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São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau alvos de sanções da UA
- 5-Jul-2003 - 14:42
Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe contam-se entre os oito Estados-membros da União Africana sujeitos a sanções, por atraso nas respectivas contribuições financeiras para esta organização continental, apurou hoje a agência Lusa em Maputo.
Por António Mateus e Paulo Machiquene
da Agência Lusa
Um relatório preparado para o Conselho Executivo da UA, que se reúne de domingo a terça-feira na capital moçambicana, sublinha que durante o último exercício financeiro anual da União, Cabo Verde foi um dos países que saldaram pagamentos em atraso, um problema que espartilha a operacionalidade da organização.
Apesar de, durante os últimos 12 meses, a dívida global de Estados-membros à organização ter sido reduzida de 42,501 milhões para 39,875 milhões de Euros, oito países, incluindo os acima referidos Estados lusófonos, continuam por cumprir as respectivas obrigações financeiras para com a UA, incorrendo em sanções que implicam a perda dos direitos de intervenção nos plenários e de voto.
Segundo o relatório oficial a que a Lusa teve acesso, a Guiné- Bissau tem uma dívida acumulada ao longo dos últimos cinco anos de 666.621 Euros e forma com a República Centro-Africana e a Somália o trio de países que nunca apresentaram sequer planos de reescalonamento da dívida, apesar de terem sido instados a fazê-lo.
São Tomé e Príncipe somou ao longo dos últimos oito anos uma dívida de 1.340.757 Euros e forma com a República Democrática do Congo, as Comores, Seychelles e Libéria o grupo de restantes maus pagadores que, além de devedores, não cumpriram os seus próprios planos de reescalonamento.
A análise das propostas de orçamentos da UA para o período de Setembro a Dezembro de 2003, e para todo o ano de 2004, decorreu à porta fechada na Sexta sessão ordinária do Comité de Representantes Permanentes, que se completa hoje em Maputo, em preparação da II Cimeira de Chefes de Estado e de governo da União, que decorrerá entre 10 e 12 deste mês na capital moçambicana.
Estas discussões foram, para os intervenientes, de tal modo sensíveis que alguns deles solicitaram que a televisão anfitriã da Cimeira, a TVM, retirasse as câmaras instaladas na sala de debates do Centro de Conferências, não lhes bastando a garantia de que as mesmas não estavam ligadas. O incidente foi noticiado durante os serviços informativos intercalares da emissora pública moçambicana.

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