| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
Brasil
|
|
Empresas brasileiras apontam a burocracia para não investirem em Portugal
- 8-Jul-2003 - 18:01
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Luiz Fernando Furlan, lamentou terça-feira que as empresas brasileiras não tenham "aproveitado as oportunidade de investimento proporcionadas por Portugal", alegando que se queixam da "excessiva burocracia".
Luiz Furlan falava à margem do Fórum Empresarial "Portugal- Brasil" - sobre o Desenvolvimento Comercial, primeiro evento organizado pela Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing de Portugal (ADVP), que se realizou no Estoril (arredores de Lisboa).
"Imagino que ao longo do tempo esta situação seja aplanada, atendendo mesmo às exigências da União Europeia", acrescentou.
O ministro referiu ainda que as empresas brasileiras que estão a internacionalizar-se poderão encontrar em Portugal "uma plataforma" para a União Europeia.
O importante, sublinhou, é que os sectores exportadores brasileiros encontrem parceiros que permitam "sinergias e as parcerias feitas adicionem novos factores de competitividade".
Aos empresários brasileiros interessam parcerias que façam uso de matérias-primas ou que beneficiem da finalização de produtos em Portugal para entrarem na UE.
"Sectores como os da moda, onde Portugal tem uma boa base de têxtil e de confecção, pode ser um exemplo para o fabrico de produtos com maior valor acrescentado", realçou, adiantando que "não se pretende a produção de bens de consumo popular", com baixo nível de competitividade.
Outro dos sectores potenciais para o reforço da cooperação e a realização de parcerias com Portugal, situa-se na área dos serviços.
No domínio da informática (software), há também uma boa possibilidade de se estabelecerem parcerias com empresas portuguesas.
Luiz Furlan disse ainda que Portugal pode ser um sócio importante num processo de desenvolvimento voltado para o século XXI, em que "o trabalho mental e os serviços serão predominantes".

Ver Arquivo
|
|
 |
| |
|
| |
|
|
|
|
|