| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
Entrevista
|
|
«Sócrates deu a ordem para calar noticiário incómodo»
- 5-Sep-2009 - 22:12
A afirmação é de Pacheco Pereira, candidato a deputado pelo PSD e uma das figuras mais mediáticas de Portugal
A líder do PSD reagiu à polémica suspensão do “Jornal Nacional de Sexta” da TVI (a televisão de maior audiência em Portugal) dizendo que “aquilo que se passou nunca se saberá o que foi”. Já o cabeça-de-lista do PSD por Santarém às legislativas, Pacheco Pereira (foto), não tem dúvidas em responsabilizar o primeiro-ministro.
"Desde há dois dias que desapareceu um espaço na comunicação social incómodo para o Governo. É evidente que a responsabilidade é do primeiro-ministro e do candidato do PS José Sócrates", disse à Agência Lusa Pacheco Pereira.
Para o social-democrata, o "cancelamento do Jornal Nacional da TVI e o afastamento da Manuela Moura Guedes significa cumprir a ordem dada pelo primeiro-ministro".
"Quando um homem poderoso emite ou diz alguma coisa ele não está meramente a dar uma opinião, está a dar uma ordem. Não interesse se a ordem foi logo a seguir ao congresso do PS ou à entrevista televisiva, o que eu sei é o que disse o primeiro-ministro, um homem com poder", sublinhou o candidato e uma das figuras mais mediáticas do PSD.
Pacheco Pereira afirmou que era o conteúdo das notícias do espaço noticioso da TVI que "incomodava muito" José Sócrates e "não o estilo de Manuela Moura Guedes".
"Aquele jornal era muito incómodo para o Governo, mas essas notícias nunca foram desmentidas", salientou ainda.
Já Manuela Ferreira Leite mostrou-se preocupada com o clima de “asfixia democrática”, falou em ameaças à “liberdade total” e lembrou que o programa da TVI era “incómodo” para o primeiro-ministro José Sócrates.
“O que se passou na TVI foi um grave atentado da liberdade da comunicação social”, acrescentou na Convenção Autárquica do PSD, em Coimbra.
Aos jornalistas, Ferreira Leite disse ainda esperar que, se o caso tiver efeitos nas campanhas eleitorais, será “para todos os lados”. “Há um programa que foi silenciado”, evidenciou.

Ver Arquivo
|
|
 |
| |
|
| |
|
|
|
|
|