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Entrevista
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«Empréstimo do FMI é reconhecimento das políticas do Governo»
- 2-Oct-2009 - 12:58
A concessão do empréstimo a Angola pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), sem pré-condições, é um reconhecimento e vai dignificar cada vez mais a política económica implementada pelo governo, ultrapassdas as condições impostas quando o país precisou de apoio no passado, afirmou a secretária nacional da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Beatriz Morais.
Em declarações à Angop, à margem das XIII Jornadas Técnico-Científicas da Fundação Eduardo dos Santos (Fesa), mas a propósito das vantagens e desvantagens desse financiamento, a interlocutora disse estar-se a verificar no país um processo de reforma económica e institucional faseado e sério capaz de oferecer garantias a futuros investimentos.
“Dado o crescimento económico de Angola, nos últimos anos, o país foi capaz de pagar as suas dívidas externas com o Clube de Paris e outros países influentes na arena internacional, levando as instituições financeiras a constatarem o desenrolar desse processo, por meio do uso de instrumentos de gestão adequados” sustentou a fonte.
Em seu entender, o governo angolano está a ter em conta todos os instrumentos de gestão necessários para de ultrapassar possíveis constrangimentos e, desta forma, criam-se as condições para que a economia angolana possa ser cada vez mais inserida na mundial, enquanto se internacionaliza.
Disse também que o governo angiolano, a nível do seu orçamento geral, concentrou grande parte da sua disponibilidade financeira nos sectores social, educação e da saúde, atendendo ao facto de não bastar apenas crescer, mas também desenvolver o factor humano, medidas capazes de minorar desequilíbrios entre o crescimento económico e o desenvolvimento.
Outro aspecto a contar em favor de Angola, acrescentou a entrevistada, reside no facto de o país delinear estratégias para pôr toda uma máquina produtiva em funcionamento, atendo-se não apenas à indústria extractiva, mas também à transformadora e de construção civil, onde se criará mais empregos e reduzir a pobreza e a fome.
A responsável considerou Angola como um país cuja determinação, ao firmar um acordo, parte de princípios cônscios das suas vantagens e desvantagens, até porque se prevê que o seu crescimento seja contínuo em termos económicos nos próximos anos, de acordo com o Banco Mundial.

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