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  Entrevista
Cabo Verde sente cheiro
do petróleo ali bem perto

- 15-Oct-2009 - 18:44


Há inclusive notícias de contactos com a empresa estatal angolana Sonangol e com congéneres da Noruega e Austrália

A possibilidade de Cabo Verde entrar no "mapa do petróleo" é um tema que já vem desde os anos 60, ainda durante o regime colonial português, que chegou a pensar poder transformar o arquipélago num entreposto no Atlântico.


A ideia era, segundo os relatos da imprensa da época, trazer o crude do Golfo Pérsico, em superpetroleiros, que o descarregaria em petroleiros menores, dada a pouca profundidade dos portos da costa leste dos EUA, projecto que viria a ser abandonado quando se deu a revolução de 25 de Abril de 1974 em Portugal e a consequente independência das colónias africanas.

Em entrevista divulgada pela agência Lusa em Brasília, o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, disse que Cabo Verde pretende utilizar a experiência do Brasil, nomeadamente da Petrobras, na prospecção de petróleo na respectiva zona costeira, levantando o véu sobre um dos temas que mais discretamente tem passado no panorama noticioso do país.

No entanto, a partir de Junho, as notícias começaram a aumentar, quando a Líbia, um dos principais produtores de petróleo em África e país próximo dos estados africanos lusófonos, abriu um banco comercial em Cabo Verde e, pouco depois, o arquipélago anunciou a intenção de alargar as suas águas territoriais para além das 200 milhas náuticas, processo que durará até 2015.

Há inclusive notícias de contactos com a empresa estatal angolana Sonangol e com congéneres da Noruega e Austrália.

Na recente visita efectuada à Venezuela, o chefe da diplomacia cabo-verdiana, José Brito, ele próprio engenheiro de petróleos, indicou ter ficado apalavrada a construção de uma refinaria em Cabo Verde.

Também de Marrocos chegaram notícias dando conta de que a visita, entretanto adiada "sine die", do rei Mohamed VI visaria ajudar Cabo Verde a encontrar verbas para os estudos de extensão da plataforma continental para as 350 milhas, com apoio do Brasil e de Portugal.

Fontes oficiais, que solicitaram anonimato, admitiram à Lusa que há petróleo em Cabo Verde, embora salientem que se encontra em águas "muito profundas" e que a relação custo/benefício será "muito elevada".

As fontes lembram que não nasceu do acaso o acordo de delimitação da fronteira marítima entre Cabo Verde e Mauritânia, datado do início desta década, sabendo-se que a plataforma continental mauritaniana contém petróleo e gás natural e que existe um "veio" que se estende até às ilhas da Boavista e Maio.

Numa entrevista concedida em 2003 ao jornal “A Semana”, Gualberto do Rosário, antigo primeiro-ministro (2000/01), sublinhou que Cabo Verde já tinha conhecimento das potencialidades petrolíferas do país desde o primeiro mandato governamental (1991/96) do Movimento para a Democracia (MpD, hoje na oposição).

Na ocasião, disse, houve uma disputa "dura com o Senegal, que queria obrigar Cabo Verde a delimitar as fronteiras marítimas muito além das disposições legais, tendo, por essa razão, sido contactadas a Petrobras e a Shell International, que apoiaram na batalha jurídica que se seguiu e que viria dar razão às autoridades cabo-verdianas”.

Fonte: Angop/NL


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