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Angola alcança o maior volume de exportações para Espanha
- 24-Oct-2009 - 10:54
Angola alcançou, em 2008, um bilião e 221 milhões de Euros, equivalentes a um bilião e 818 milhões de dólares norte-americanos, em exportações para o Reino de Espanha, convertendo-se no terceiro maior fornecedor africano, a sul do Sahara, depois da África do Sul e Nigéria, facto que constituiu o destaque da semana económica da Angop.
A informação foi prestada segunda-feira, em Luanda, pelo conselheiro económico e comercial da Embaixada de Espanha em Angola, Mariano Muela, em entrevista à Angop, tendo realçado que durante tal período, importou-se de Espanha bens calculados no valor de 468 milhões de euros, dobro da cifra registada em 2007.
De igual modo, mereceu destaque o convite do ministro das Pescas, Salomão Xirimbimbi, às cooperativas de pescadores de Calueque, na província do Cunene, a se organizarem para que os apoios do governo para o fomento da actividade piscatória sejam bem canalizados.
O governante endereçou o convite durante uma cerimónia de entrega de 10 novas embarcações a pescadores da região, tendo frisado que a organização é factor primordial para o sucesso de qualquer projecto, daí a necessidade das cooperativas estarem bem estruturadas.
Ainda na província do Cunene, no sector piscatório, destaca-se também o facto de quatro cooperativas de pescadores no município de Ombadja, na província do Cunene, terem recebido no domingo 10 novas embarcações e outros meios de trabalho fornecidos pelo Ministério das Pescas, numa cerimónia presidida pelo ministro Salomão Xirimbimbi.
O Ministério das Pescas, disse o titular, depois de proceder à entrega de trinta embarcações às associações de pescadores dos municípios de Kuvango, Jamba e Quipungo, na província da Huíla, no âmbito do programa de combate e redução da pobreza no seio das famílias rurais, prevê criar doze mil empregos directos, este ano no país.
"Para este ano prevê-se, para cada província, em média, a entrega de 200 embarcações, sendo parte motorizada e outra não motorizada, porque haverá aquelas províncias com maior potencialidade passíveis de receber 300 embarcações, daí a razão da criação dos 12 mil postos de trabalho", realçou.
Outro assunto merecedor de destaque foram as acções do governo em desenvolver e modernizar o sistema estatístico do país, dotando-o de condições físicas para a melhoria da produção e difusão de dados na informação estatística oficial, de acordo com os padrões internacionalmente aceites.
A informação foi prestada terça-feira pelo vice-ministro do Planeamento, Pedro Luís da Fonseca, ao discursar, na segunda reunião do comité de coordenação do projecto "Apoio ao Desenvolvimento dos Sistemas Estatísticos dos PALOP II", tendo avançado que para a materialização das acções está em curso uma estratégia de desenvolvimento estatístico.
A apresentação, pela direcção da Filial de Cabinda da Angola Telecom, quarta-feira, do novo sistema de telecomunicações doméstico do cabo submarino, com a denominação Angola/Domestic Network sistems (Adones) foi outro assunto de destaque notícia.
Durante o acto, o coordenador do "Adones", Pedro Martins, afirmou que a apresentação do projecto tem como objectivo a partilha de informações com os utilizadores sobre a localização e composição do sistema instalado.
Conhecido vulgarmente como tecnologia de fibra óptica, estará interligada a uma distância de 300 metros no fundo do mar no corredor marítimo entre as províncias de Cabinda, Zaire (Soyo), Luanda, Kwanza Sul (Porto Amboim) e Namibe (Lucira), numa extensão de cerca de mil 800 quilómetros.
Pedro Martins, solicitou também quinta-feira, na cidade do Soyo (Zaire), colaboração institucional das empresas ligadas ao sector marítimo, para o reforço da segurança do sistema doméstico ligado às telecomunicações de cabo submarino que está a ser instalado na costa angolana.
A solicitação do responsável surge pelo facto de já terem sido destruídos 13 cabos, dos quais 11 continuam a ser reparados, o que condiciona o funcionamento do sistema que estava previsto para o ano passado de 2008.
Outro aspecto relevante foi a afirmação do frei João Domingos segundo a qual a redução dos níveis de pobreza no país, nas suas mais variadas vertentes, deve passar pela colaboração de todos os intervenientes da sociedade, por via da acção directa do governo e dos parceiros sociais, bem como do próprio indivíduo.
De acordo com o prelado católico, que falava durante um "Colóquio sobre experiências comunitárias no combate à pobreza em Angola", a pobreza desestrutura as sociedades e priva as pessoas do direito fundamental de existência, pelo que todos devem ser partícipes na luta para a erradicação deste mal.
No acto de entrega, o governante disse que a iniciativa visa fomentar a actividade na região, bem como ajudar no combate à fome e à pobreza junto das comunidades locais, numa acção a ser estendida para outras zonas, daí a razão do ministério fazer chegar ao Cunene 100 embarcações com o respectivo instrumento de apoio.

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