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  Comunidades
Economia portuguesa vive
uma autêntica canibalização

- 22-Nov-2009 - 17:12


Portugal entrou na era da globalização só que “existe um défice de educação muito grande”, alerta Ludgero Marques

Actualmente, a economia nacional e internacional vive “uma autêntica canibalização”, visto que “as empresas tentam apanhar as encomendas de forma muito agressiva” – denunciou hoje Ludgero Marques, Ex-presidente da Associação Industrial Portuense/Associação Empresarial de Portugal (AEP), na conferência de encerramento da Semana Social 2009 que decorreu em Aveiro, Portugal.


Ao longo de três dias, na cidade de Aveiro reflectiu-se sobre «A construção do Bem Comum – responsabilidade da Pessoa, da Igreja e do Estado”, uma iniciativa promovida pela Comissão Episcopal da Pastoral Social.

A globalização tem “reflexos significativos” sobre a economia mundial. Se “convenientemente governada” pode ser um factor de desenvolvimento humano, mas também é certo que pode ter aspectos socialmente perniciosos, com aumentos localizados de pobreza e fenómenos de exclusão” – alertou na sua conferência sobre «A responsabilidade pessoal e a participação das pequenas comunidades e iniciativas empresariais na construção do bem com, em contexto de globalização».

Depois de 50 anos alheados das realidades do resto do mundo, Portugal entrou na era da globalização só que “existe um défice de educação muito grande” – referiu o empresário. Uma formação académica “tão baixa, não permite ao nosso país diferenciar-se daqueles que têm formação do nosso nível, ou até inferior”. Portugal não tem os “trabalhadores qualificados que as empresas precisam”.

Independentemente da crise que o mundo atravessa, Ludgero Marques afirmou às quatro centenas de participantes que Portugal enfrenta “uma concorrência muito grande de países de maior ou até menor dimensão, onde as condições sociais são precárias e os custos e condições de trabalho são muito mais baixos que os nossos”.

Ao referir-se às «Pequenas e Médias Empresas» (PMEs), o Ex-Presidente da Associação Industrial Portuense/Associação Empresarial de Portugal (AEP) salienta que a percentagem – em qualquer país – “anda pelos 80%”, em Portugal está “acima dos 95% tendo a maior parte destas de três a dez trabalhadores”.

Como a empresa não é o “único ente social” e a responsabilidade social “deve nascer da correcta parceria e partilha de papéis entre todos, da solidariedade”, Ludgero Marques julga que “as práticas sociais da empresa devem ser o espelho da cultura da sociedade, e esta é responsabilidade da família, da escola e das comunidades, que devem – em conjunto com a empresa – contribuir claramente para a acumulação de capital social”. E acrescenta: “a não assunção de responsabilidades sociais é entrave ao desenvolvimento sustentável”.

A mudança de mentalidade é urgente para que se consiga percorrer os caminhos desejados de desenvolvimento e modernização. E finaliza: “A liberalização e privatização económica, a abertura da sociedade, a desregulamentação em geral da vida colectiva exigem, para funcionarem correctamente, um fortalecimento dos valores éticos e morais, das normas de comportamento e dos códigos de conduta”.

Fonte: Agência Ecclesia


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