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CPLP condena «com firmeza» subvelação militar
- 16-Jul-2003 - 14:43
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) condenou quarta-feira "com firmeza" a sublevação militar ocorrida de madrugada em São Tomé e Príncipe e instou os revoltosos a porem cobro à rebelião.
Em declarações aos jornalistas no final de uma reunião extraordinária do comité de consertação permanente da organização, o embaixador brasileiro José Gregori, em representação do secretário executivo da CPLP, João Augusto de Medicis, leu uma declaração em que é exigido o restabelecimento da ordem constitucional e a legalidade democrática no arquipélago.
José Gregori sublinhou que a CPLP exige também aos revoltosos a libertação de todos os membros do governo e de outros detidos como deputados "sem que haja violência" no país.
"A CPLP, no cumprimento do seu estatuto e na essência democrática que é o substrato da comunidade dos nossos países, rejeita a assunção do poder que não respeita os princípios constitucionais vigentes em São Tomé e Príncipe", lê-se na declaração.
"A alternância no poder deve sempre ter lugar por meio dos processos democráticos institucionalmente consagrados", sublinhou Gregori, ao ler a curta declaração de apenas três parágrafos.
Depois, e instado pela Agência Lusa, sobre que medidas é que a CPLP prevê tomar, o decano dos diplomatas dos oito em Portugal defendeu que qualquer acção só poderá ser tomada "após ter mais dados sobre o que se passa em São Tomé e Príncipe".
Nesse sentido, lembrou que a CPLP já se reuniu de emergência hoje e que está dependente agora daquilo que os chefes da diplomacia dos oito irão decidir na 8ª Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da organização, que decorre quinta e sexta- feira em Coimbra, centro de Portugal.
José Gregori adiantou que Mateus Meira Rita, chefe da diplomacia são-tomense, esteve presente no encontro, tendo afirmado que a maioria dos membros do governo e deputados foram detidos pelos revoltosos, sem adiantar pormenores.
Por outro lado, garantiu que a Guarda Presidencial mantém- se fiel ao chefe de Estado são-tomense, Fradique de Menezes, e que, como tal, aguarda por um desfecho satisfatório do conflito.
O diplomata brasileiro destacou ainda que se aguardam os resultados do encontro que está a decorrer em São Tomé e Príncipe entre o embaixador português na capital são-tomense e os lideres revoltosos.
Instado ainda sobre se o presidente brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva, vai manter a visita prevista a São Tomé, dentro de dois meses, o diplomata brasileiro respondeu que sim, embora tudo dependa da evolução da situação.

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