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  Cabo Verde
Feira Internacional abre as portas com polémica sobre localização
- 7-Nov-2002 - 15:19

A sexta edição da Feira Internacional de Cabo Verde abriu quarta-feira na Cidade da Praia, marcada por alguma polémica à volta da região do país onde poderá ficar sedeada futuramente.

Esta questão mereceu a atenção do primeiro-ministro no seu discurso de abertura da feira, tendo José Maria Neves criticado a abordagem que o assunto tem merecido nos últimos dias, e que classificou de «discursos fatalistas, de lamúrias e de lamentações».

A discussão surge da possibilidade levantada pelo presidente da FIC-SA, para quem a feira, actualmente sedeada na ilha de S. Vicente, deverá ser realizada onde se reunirem as melhores condições para o sucesso.

Amiro Faria falou a propósito da futura afectação à FIC das actuais instalações da aerogare aeroporto da Cidade Praia, o que disponibilizará uma área coberta superior àquela onde, actualmente, se realiza a feira, na cidade do Mindelo, ilha de S. Vicente.

Para além do espaço, Amiro Faria considerou que a existência do aeroporto internacional (em fase de conclusão na Praia) será outro factor positivo, uma vez que cada feira em S. Vicente levanta um «verdadeiro drama», com os problemas de transporte de bens e pessoas.

«Estando estas condições reunidas na capital do país, a Cidade Praia, e não em S. Vicente, seria incorrecto em termos de gestão, não realizar a Feira Internacional de Cabo Verde na capital do país», realçou.

Estas considerações suscitaram reacções imediatas em S. Vicente, nomeadamente do presidente da Câmara Municipal local, que se insurgiu contra a possibilidade levantada.

Quarta-feira, no seu discurso de abertura do certame, o primeiro realizado na capital desde a constituição da FIC-SA, o chefe de governo condenou o que chamou de «discursos fatalistas, de lamúrias e de lamentações, que procuram alimentar intrigas e questiúnculas em torno do eixo Praia-S. Vicente».

Assim, José Maria Neves garantiu que o governo «pretende rever o actual modelo da FIC - Zona Franca e Comercial - SA, que manterá a sua sede em S. Vicente, com vista à abertura do capital à participação de privados».

O primeiro-ministro adiantou que «foram já encetadas negociações com as associações empresariais (Câmaras de Comércio de Barlavento e de Sotavento), na perspectiva dessa revisão».

No entender de José Maria Neves, as feiras poderão ser realizadas na Cidade da Praia, em São Vicente ou noutras ilhas, «conforme a natureza das mesmas e as oportunidades de negócios em vista, e por decisão do Conselho de Administração da FIC».

Estas directivas, avisou no entanto o primeiro- ministro, deverão ser aprovadas «tendo em linha de conta a insularidade e a necessidade de um desenvolvimento equilibrado de todas as ilhas e regiões do país».

A Feira Internacional de Cabo Verde, de carácter genérico, decorrerá até domingo, na Cidade da Praia com a participação de 95 expositores, sendo 44 de Cabo Verde, 38 de Portugal e 22 das ilhas Canárias (Espanha), enquanto que o Brasil marca presença com uma representação institucional. Regista-se ainda a participação de uma empresa de capital misto italo-cabo-verdiano.

A alimentação e os materiais de construção são os sectores com maior representatividade, embora se encontrem também equipamentos eléctricos e electrónicos, e ainda uma vasta gama de serviços. A organização espera receber cerca de 8 mil visitantes durante os cinco dias da feira.

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