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Chefes da diplomacia da CPLP debatem golpe de Estado
- 17-Jul-2003 - 13:35
Os chefes da diplomacia da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) iniciam quinta-feira, em Coimbra, a sua VIII Reunião Ordinária, com o golpe de Estado em São Tomé e Príncipe a marcar o andamento dos trabalhos.
Fundada em 17 de Julho de 1996, em Lisboa, pelo que completa quinta-feira sete anos, a organização ainda não conseguiu alcançar a notoriedade ambicionada e plasmada nos Estatutos então aprovados.
Criada para representar os agora oito países (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) - distribuídos por quatro continentes (África, América, Ásia e Europa) -, a CPLP tem na Commonwealth e na Francofonia os modelos do sucesso, que a crise político- militar, surgida na madrugada de quarta-feira, em São Tomé e Príncipe, irá hoje e sexta-feira, em Coimbra, confirmar ou, mais uma vez, adiar.
A concertação política que no passado falhou, por exemplo, no conflito angolano e no impasse institucional guineense, tem agora no caso são-tomense a oportunidade de se redimir, avançando para se tornar numa organização que tenha a visibilidade que reivindica, e que lhe é devida, face ao peso que alguns países que integra detêm em outros areópagos internacionais.
São os casos do Brasil no Mercosul, de Angola e Moçambique na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e de Portugal na União Europeia.
Neste primeiro dia de trabalhos, os ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP vão ter uma primeira reunião de trabalho, que decorrerá no Palácio de São Marcos, nos arredores de Coimbra e um encontro com estudantes dos países que integram a organização.
Os trabalhos terminam sexta-feira com a aprovação de uma declaração final e uma conferência de imprensa, concluindo-se com a habitual fotografia de família.

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