Anuncie no Noticias Lusofonas e promova a sua empresa em todo o mundo de lingua portuguesa
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Entrevista
As armas vão continuar a falar em Cabinda, avisam os separatistas
- 10-Jan-2010 - 15:05


"As armas vão continuar a falar" em Cabinda, ameaçou neste domingo Rodrigues Mingas, líder do grupo separatista que reivindicou o ataque mortal de sexta-feira contra a delegação do Togo na Taça Africana das Nações (CAN).


"Vale tudo, estamos em guerra", avisou o secretário-geral da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-Posição Militar (FLEC-PM), em entrevista concedida por telefone à AFP no Luxemburgo, onde se encontra em viagem.

O ataque de sexta-feira deixou pelo menos dois mortos - o preparador de goleiros e o assessor de imprensa - na delegação togolesa, que acabava de chegar ao território de Cabinda, onde sete jogos da CAN foram programados.

O militante separatista, que está exilado em França, lamentou "a morte de seres humanos" mas culpou a Confederação Africana de Futebol (CAF) e o seu presidente, Issa Hayatou, pelo sucedido.

"Dois meses antes da CAN, escrevemos a Issa Hayatou para avisá-lo que estávamos em guerra. Ele não quis levar as nossas advertências a sério", acusou.

"Os ataques vão continuar, porque o país está em guerra e porque Hayatou é teimoso" e decidiu manter os jogos em Cabinda, afirmou.

O território de Cabinda, que fornece 60% do petróleo angolano, fica entre a República Democrática do Congo (RDC) e o Congo. É assolado por um conflito separatista desde a independência de Angola, em 1975.

Luanda garante desde 2006 que a província está pacificada, em virtude de um acordo de paz assinado com um dos líderes da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC). O FLEC-PM é uma dissidência do FLEC criada em 2003.

"As autoridades angolanas quiseram organizar jogos da CAN em Cabinda para convencer a opinião de que o território está em paz e que os investidores podem investir lá", analisou Mingas.

"Mas vale tudo, pois estamos em guerra. Nosso alvo não era especificamente o Togo. Poderia ter sido Angola, Costa do Marfim ou Gana. Tudo é possível", afirmou.

Indagado sobre o sucesso do ataque apesar da forte presença militar angolana em Cabinda, o secretário-geral do FLEC-PM respondeu: "Estamos em casa, e conhecemos bem o terreno".

Mingas disse que a operação foi conduzida por uma dezena de militantes, que abriram fogo à chegada da comitiva. "Porém, houve uma contraofensiva, e os nossos elementos responderam", explicou.

Após um tiroteio de cerca de 20 minutos, os separatistas fugiram. Um militante foi ferido numa perna e não corre risco de vida, segundo Mingas.

"Agora, esperamos uma retaliação, como sempre. Eles têm 50.000 homens armados em Cabinda", declarou, defendendo a acção do PLEC-PM. "Somos um movimento nacionalista, de resistência, e não terroristas".


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Construção de Sites Algarve por NOVAimagem