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  Brasil
Grupo brasileiro WEG abre fábrica em Portugal para conquistar Europa
- 17-Jul-2003 - 18:10

A WEGeuro Indústria Eléctrica, SA, elegeu Portugal como "plataforma" para a internacionalização na Europa, prevendo com a exportação de produtos de alta tecnologia facturar 13,5 milhões de dólares em 2003, disse hoje o administrador delegado da empresa brasileira.


O grupo WEG, quinto maior fabricante mundial de motores eléctricos industriais de baixa tensão, que almeja ocupar a primeira posição em 2007, tem uma fábrica na Maia (Porto), a primeira na Europa, que encerrará o exercício deste ano com "um volume de negócios global da ordem dos 17 milhões de dólares, dos quais 20 por cento têm origem no mercado interno", disse à Agência Lusa Martin Werninghaus.

Em Portugal, a actividade industrial iniciou-se em Maio de 2002, após o grupo brasileiro ter comprado a antiga fábrica da Efacec Universal Equipment Moors, onde "vai investir mais de 560 mil dólares durante o segundo semestre de 2003", afirmou Werninghaus, defendendo uma filosofia empresarial de "médio e longo prazo, assente em capitais próprios, geradora de produtos com elevado valor acrescentado e que crie novos postos de trabalho".

"Já investimos até agora 1,7 milhões de dólares, sobretudo em equipamentos de alta tecnologia e na formação qualificada de mão-de- obra, excluindo o valor da aquisição da fábrica à Efacec", precisou ainda o empresário brasileiro.

Actualmente, a fábrica emprega 177 trabalhadores especializados, mais 13,5 por cento do que os existentes aquando do início da actividade (156).

Quanto à capacidade produtiva da unidade industrial, apenas 50 por cento está a ser utilizada, esperando-se que o "break-even" (ponto em que os custos igualam as vendas) seja atingido em 2004, com uma facturação na casa dos 19 milhões de dólares.

Questionado sobre a recessão económica na Europa, Martin Werninghaus disse que a WEGeuro, fabricante de motores eléctricos industriais de baixa tensão e componentes para aparelhos electrónicos, a encara como "uma oportunidade" de negócio.

"Estamos a chegar e temos todo o mercado para conquistar. O desafio é avançar, investir sempre entre 5 e 10 por cento do volume de facturação, melhorar os níveis de rentabilidade e produtividade para quando a retoma da economia vier estaremos na crista da onda", referiu.

No Brasil, o grupo multinacional WEG possui unidades fabris no estado de Santa Catarina - onde surgiu em 1961 fundada por três sócios - e em São Paulo, tendo facturado 550 milhões de dólares em 2002, mais 30 por cento que no ano anterior, esperando Werninghaus que o volume de negócios este ano "fique acima do valor do ano passado".

No entanto, alerta para o facto de já deterem 80 por cento da quota de mercado de motores eléctricos no país, o que "limita a margem de progressão", factor que também coexiste com "uma aguerrida concorrência".

Assim, até ao final do ano serão investidos 70 milhões de dólares nas unidades industriais do Brasil.

A partir da década de 80, a WEG começou a expandir a sua actividade - inicialmente concentrada nos motores eléctricos-, para o fabrico de geradores, componentes electrónicos, produtos para automação industrial, transformadores de força e distribuição, tintas líquidas e em pó e vernizes electroisolantes.

Hoje, o grupo emprega 11.000 colaboradores, factura 700 milhões de dólares, está cotado na Bolsa de São Paulo (Bovespa) e tem três unidades fabris na Argentina, que já alcançaram o mesmo desempenho quando ocorreu a crise no país, há dois anos atrás, no México onde iniciaram a actividade em 2001, prevendo facturar este ano o dobro do obtido em 2002, para 30 milhões de dólares.

No México, a multinacional WEG está a construir uma nova fábrica que estará pronta em 2004, envolvendo um investimento de 10 milhões de dólares.


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