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Parques nacionais serão de excelência para investigação científica
- 3-Feb-2010 - 11:49
Os parques nacionais de Angola, que representam actualmente 4.4 porcento do território, serão proximamente centros de excelência para a investigação científica nos domínios da ecologia, biologia e outras ciências da vida humana, afirmou nesta terça-feira, em Luanda, a ministra da Justiça, Guilhermina Prata.
Falando na abertura da cerimonia das 1ªs Jornadas Técnicas dos Parques Nacionais de Angola, Guilhermina Prata, sem avançar mais detalhes, reconheceu o papel fundamental que jogam os parques nacionais na protecção dos ecossistemas, apesar da necessidade da criação de mecanismos sustentáveis da sua gestão.
"A responsabilidade de Angola na preservação e conservação da biodiversidade consiste na criação de mecanismos susceptíveis de proteger as espécies e seu habitat, bem como na promoção do uso sustentável dos recursos biológicos do país, onde nesta responsabilidade os parques jogam um papel preponderante”, referiu a governante.
Enquanto área de conservação, acrescentou, os parques nacionais tem como objectivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cénica, que podem possibilitar a realização de pesquisas cientificas e o desenvolvimento de actividades de educação e interpretação ambiental.
Ressaltou que com a realização deste evento, organizado pelo Ministério do Ambiente, no âmbito do dia 31 de Janeiro, Dia Nacional do Ambiente, dá-se uma nova era na arquitectura da política de desenvolvimento dos parques nacionais de Angola, segundo a ministra da Justiça.
Assim, sugeriu o acréscimo do investimento privado no sector do ambiente, para além do alargamento do público (investimento), para que as ambições auguradas sejam um êxito, numa parceria com recíprocas vantagens entre o Estado e investidores particulares.
A nova classificação mundial de macro-ecossistemas indica a existência em Angola de 14 eco-regiões, mais do que a República Democrática do Congo que contem mais de metade da floresta húmida africana.
O programa do Governo prevê passar de 6.6 porcento a 15, a porção do território nacional ocupada pelas áreas de conservação.
As províncias de Cabinda, Zaire, Uíge, Kwanza Sul, Kwanza Norte, Lunda Sul, Lunda e Norte e Huambo são as novas prioridades, assim como localidades onde se prevê criar novas áreas de conservação nacional.
Entretanto, a ministra da Justiça espera com a realização deste evento a identificação de novas acções, em conformidade com a estratégia nacional sobre biodiversidade adoptada pelo Governo em 2006 e identificação das melhores formas de gestão sustentáveis dos parques nacionais.
Participam nestas jornadas técnicas dos parques nacionais, as ministras da Ciência e Tecnologia, Comércio, Maria Cândida Pereira Texeira e Idalina Valente, respectivamente, os vice-ministros do Ambiente, Syanga Abílio e Mota Liz, alguns vice-governadores provinciais, convidados da Namíbia, Moçambique, Cabo Verde e representantes de organismos internacionais.
O evento decorre até quarta-feira, na Escola Nacional de Administração Pública, em Luanda, com a realização de uma mesa redonda sobre “Financiamento dos Parques Nacionais e Áreas de Conservação”.

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