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Junta Militar quer África do Sul na equipa de mediação
- 19-Jul-2003 - 17:43
A Junta Militar são-tomense exprimiu sábado o desejo de que a África do Sul seja incluída na equipa de mediação do conflito, informou um antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de S. Tomé e Príncipe.
Patrice Trovado, que foi recebido esta manhã pela Junta, disse que os golpistas manifestaram a vontade de ver presente o governo de Africa do Sul na equipa dos mediadores, uma vez que alguns elementos envolvidos na intentona pertenceram ao "Batalhão Búfalo" do exército sul-africano.
Além dos militares das Forças Armadas são-tomenses, o golpe de Estado ocorrido na madrugada de quarta-feira no arquipélago contou também com apoio de alguns elementos da Frente Democrática Cristã, FDC (partido sem representação parlamentar), que estiveram vários anos ao serviço do exército sul-africano.
"Pediram-me para transmitir esta preocupação ao governo sul-africano no sentido de se resolver a questão durante a fase das negociações", disse Patrice Trovoada, filho do antigo presidente são-tomense Miguel Trovoada (1991-2001).
Patrice Trovoada acrescentou que tudo fará para, "através de diálogo, num clima de consenso, ser ultrapassada esta crise vivida no país", tendo apelado aos militares golpista para que libertem os dirigentes políticos ainda detidos.
A Junta Militar assinou na sexta-feira um "memorando de entendimento" com os representantes da comunidade internacional em posto no país, designadamente os embaixadores dos Estados Unidos e de Portugal, na presença dos diplomatas do Brasil, Cabo Verde e Angola.
Após a assinatura do documento que marcou o início das negociações, os golpistas levantaram na sexta-feira o recolher obrigatório e libertaram quatro ministras do executivo e o presidente do Parlamento, Dionísio Dias, que se encontravam detidos num quartel das Forças Armadas.
Uma equipa de mediação da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), chefiada pelo ex-embaixador de Angola em Lisboa e actual ministro do Interior angolano, Osvaldo Serra Van- Dúnem, é aguardada a todo o momento em S. Tomé, onde também chegará uma delegação da Nigéria.
A Junta Militar esteve reunida ao princípio da tarde de hoje com representantes dos partidos políticos nacionais com vista à adopção de uma estratégia para ultrapassar a crise.

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