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  Entrevista
Tribunal decide pronunciar a viúva do antigo presidente Agostinho Neto
- 8-Mar-2010 - 17:27


No termo da instrução do processo requerida pela arguida Maria Eugénia Neto, o Tribunal decidiu pronunciar a viúva do antigo Presidente de Angola, Agostinho Neto, sufragando as posições da queixosa, a historiadora Dalila Cabrita Mateus.


Recorda-se que Dalila Cabrita Mateus apresentara queixa-crime contra Maria Eugénia Neto, considerando ter sido difamada, pelo facto de, na revista Única do jornal Expresso, ter sido chamada «desonesta e mentirosa».

Praticamente esgotada a 3ª edição do livro que está na origem dos insultos Maria Eugénia Neto, anuncia-se para breve a saída da 4ª edição de «Purga em Angola», consagrado aos trágicos acontecimentos do 27 de Maio de 1977.

Dalila Cabrita Mateus, que em Fevereiro de 2008 apresentou a queixa-crime por difamação contra Eugénia Neto, tinha dirigido em 23 de Março de 2009 ao Procurador-Geral da República português um pedido de aceleração processual.

A historiadora e escritora na altura que, após um ano, o processo que apresentou no DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) não tenha avançado e que as acusações que lhe foram feitas "continuem de pé".

"É uma demora muito grande e as acusações de 'desonesta e mentirosa' que a senhora dona Maria Eugénia Silva Neto me fez, numa entrevista à revista do jornal Expresso, continuam de pé", afirmou Dalila Cabrita Mateus, adiantando que apenas pretendia que "os tribunais se pronunciem e seja feita justiça".

Para Dalila Cabrita Mateus, quanto mais célere for o processo e o tribunal se pronunciar, mais rapidamente o caso fica resolvido e deixa de ser tema na "blogosfera", onde tem sido alvo de ameaças.

De resto, a historiadora Dalila Cabrita Mateus reafirmou "o seu direito constitucional ao bom-nome e reputação" e declarou que tem "confiança na Justiça portuguesa".

No livro "A Purga de Angola", Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus afirmam que os acontecimentos de 27 de Maio de 1977, em Angola, que provocaram milhares de mortos, foram um "contra golpe", que teve como responsável máximo o Presidente Agostinho Neto, que temia perder o poder.

"O que está no livro está comprovado. Todas as informações estão sustentadas em fontes", referiu ainda Dalila Cabrita Mateus.


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