Apoio ao investimento estrangeiro em Portugal
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Brasil
«Questão da emigração
precisa de realismo
e não de demagogia»

- 19-Jul-2003 - 18:15


Primeiro-ministro português afastou, no caso dos cabo-verdianos, um modelo equivalente ao adoptado com o Brasil


O primeiro-ministro português, Durão Barroso (na foto com José Maria Neves), afastou, em relação aos emigrantes cabo-verdianos ilegais em Portugal, a adopção de um modelo equivalente ao adoptado com os brasileiros, que permite a sua legalização desde que tenham um contrato de trabalho. "A questão da emigração deve ser tratada sem demagogia e com muito realismo. Cada caso é um caso", observou, frisando que nas relações de emigração há que ter em conta o nível de desenvolvimento dos países.


Na sua opinião, é preciso empenho na solução dos problemas que existem porque a "política aparentemente generosa de que não há qualquer espécie de limitação da imigração voltar-se-ia contra os interesses de ambos os países".

Já o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, explicou que um grupo de trabalho vai analisar a problemática da imigração em Portugal, não apenas na questão da legalização, mas também na formação, educação e integração da comunidade.

Enquanto isso, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Martins da Cruz, condicionou eventuais acordos sobre imigrantes ilegais com países lusófonos, semelhantes ao já celebrado com o Brasil.

"Resolvida a questão do Brasil, iremos analisar a situação das outras comunidades migrantes em Portugal, segundo os seus méritos próprios. Isso depende do quadro bilateral que temos com os outros estados", disse.

"Costumamos analisar estas questões bilateralmente. E com o Brasil temos um quadro jurídico bilateral diferente dos outros países. Existe um estatuto de igualdade de direitos e deveres que é caso único no relacionamento internacional de Portugal", recordou.

Os pedidos para todos os países lusófonos beneficiassem de acordos semelhantes ao celebrado com o Brasil por ocasião da visita do presidente Lula da Silva, foram feitos nomeadamente pela secretária nacional do PS para as relações internacionais, Ana Gomes, e pelo alto-comissário para a imigração e minorias étnicas, padre Vaz Pinto.

Martins da Cruz sublinhou o contributo que os imigrantes dão para a riqueza interna, mas defendeu que o problema dos clandestinos deve ser resolvido "a montante" (na origem).

Foto: João Relvas/LUSA


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 
 

 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Web Design e SEO Portugal / Brasil por NOVAimagem