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«Questão da emigração precisa de realismo e não de demagogia»
- 19-Jul-2003 - 18:15
Primeiro-ministro português afastou, no caso dos cabo-verdianos, um modelo equivalente ao adoptado com o Brasil
O primeiro-ministro português, Durão Barroso (na foto com José Maria Neves), afastou, em relação aos emigrantes cabo-verdianos ilegais em Portugal, a adopção de um modelo equivalente ao adoptado com os brasileiros, que permite a sua legalização desde que tenham um contrato de trabalho. "A questão da emigração deve ser tratada sem demagogia e com muito realismo. Cada caso é um caso", observou, frisando que nas relações de emigração há que ter em conta o nível de desenvolvimento dos países.
Na sua opinião, é preciso empenho na solução dos problemas que existem porque a "política aparentemente generosa de que não há qualquer espécie de limitação da imigração voltar-se-ia contra os interesses de ambos os países".
Já o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, explicou que um grupo de trabalho vai analisar a problemática da imigração em Portugal, não apenas na questão da legalização, mas também na formação, educação e integração da comunidade.
Enquanto isso, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Martins da Cruz, condicionou eventuais acordos sobre imigrantes ilegais com países lusófonos, semelhantes ao já celebrado com o Brasil.
"Resolvida a questão do Brasil, iremos analisar a situação das outras comunidades migrantes em Portugal, segundo os seus méritos próprios. Isso depende do quadro bilateral que temos com os outros estados", disse.
"Costumamos analisar estas questões bilateralmente. E com o Brasil temos um quadro jurídico bilateral diferente dos outros países. Existe um estatuto de igualdade de direitos e deveres que é caso único no relacionamento internacional de Portugal", recordou.
Os pedidos para todos os países lusófonos beneficiassem de acordos semelhantes ao celebrado com o Brasil por ocasião da visita do presidente Lula da Silva, foram feitos nomeadamente pela secretária nacional do PS para as relações internacionais, Ana Gomes, e pelo alto-comissário para a imigração e minorias étnicas, padre Vaz Pinto.
Martins da Cruz sublinhou o contributo que os imigrantes dão para a riqueza interna, mas defendeu que o problema dos clandestinos deve ser resolvido "a montante" (na origem).
Foto: João Relvas/LUSA

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