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  Comunidades
Ministra garante que há estabilidade política para o investimento externo
- 17-Mar-2010 - 16:18


A ministra da Economia da Guiné-Bissau, Helena Embalo, disse hoje que o país “virou a página” e que há estabilidade política para o investimento externo.


“Penso que o grande problema ou obstáculo foi sempre o da instabilidade política e nós o que hoje estamos a dizer às pessoas é que a Guiné virou e abriu uma nova página”, afirmou Helena Embalo.

“Neste momento, o que podemos dizer é que há uma estabilidade política”, sublinhou a ministra guineense, que falava no final de um seminário empresarial organizado em Lisboa pelo AICEP - Portugal Global.

“Não se pode promover o desenvolvimento económico, o progresso económico sem que haja de facto a estabilidade e era esse o grande motivo de retracção e reticência em relação aos investimentos” no país, explicou Helena Embaló.

Segundo a ministra da Economia guineense, é “natural para quem queira investir pela primeira vez que pese o risco político”.

“É um risco que não pode ser negligenciado e o nosso grande propósito é vir dizer aos investidores portugueses que já há efectivamente condições de estabilidade”, salientou.

A ministra da Economia guineense disse também que o governo da Guiné-Bissau está a implementar uma série de reforma para existirem melhores condições para acolher o investimento estrangeiro no país.

No caso concreto de Portugal, Helena Embalo explicou que há um “interesse em aprofundar as relações comerciais e económicos”.

“A Guiné-Bissau, apesar de ser um país pequeno geograficamente, está inserido em duas comunidades económicas regionais e o potencial dessas duas comunidades é enorme”, disse, referindo-se à União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA) e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

“Dos contactos que tenho tido com os empresários portugueses há a perspectiva de explorar essa vocação transatlântica e Portugal poderá com a Guiné estabelecer parcerias para penetrar no mercado da CEDEAO ou da UEMOA”, concluiu.


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