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100 anos da estação de comboio de Maputo em campanha de defesa do património
- 19-Mar-2010 - 22:05


A estação de caminho de ferro de Maputo, em Moçambique, completou hoje 100 anos com direito a cerimónia formal, música e o lançamento de uma campanha de preservação do património.


Concebida pelos arquitectos portugueses Alfredo Augusto Lisboa e Mário Veiga, e por vezes atribuída erradamente ao francês Gustave Eiffel, a estação, um ícone da capital moçambicana, foi inaugurada a 19 de Março de 1910, na então cidade de Lourenço Marques.

Hoje, no átrio central, o presidente de Moçambique, Armando Guebuza, apelidou-a de "obra de grande valor histórico, cultural e arquitectónico", que regista nos seus anais "a forma como as relações entre os moçambicanos e outros povos se estruturaram e desenvolveram".

Armando Guebuza recordou ainda que durante muitas décadas (tempo colonial português) aos moçambicanos "não era permitido pilotar esses comboios" e lembrou também a independência, em 1975, quando o "êxodo dos quadros" fez com que os caminhos de ferro ficassem sem maquinistas, torneiros mecânicos, operadores de guindastes e outro pessoal técnico, obrigando os que eram até então subalternos a assumir responsabilidades.

Além de recordações, o momento, ao fim do dia de hoje, serviu também para lançar a campanha "O património é nosso", que envolve a empresa dos Caminhos de Ferro mas também outras, como as Linhas Aéreas de Moçambique, a Electricidade de Moçambique, os transportes públicos de Maputo ou a Hidroeléctrica de Cahora Bassa.

O objectivo é sensibilizar os moçambicanos para a necessidade de preservar o património, desde linhas de caminho de ferro, estradas ou pontes a oleodutos, cabos e torres de transmissão de energia, muitas vezes vítimas de vandalismo.

Construída na antiga Praça Mac-Mahon, hoje Praça dos Trabalhadores, a estação de Maputo foi considerada pela revista Newsweek como a mais bonita de África e a sétima mais bonita do mundo.


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