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Brasil
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Eventual fábrica de anti-retrovirais será do governo do país
- 23-Jul-2003 - 21:06
A eventual instalação de um laboratório de produção de anti-retrovirais em Moçambique, que está a ser analisada em Maputo por uma delegação brasileira, terá por base a transferência da tecnologia e não a propriedade da fábrica.
Comentando a presença no país daquela delegação, a responsável pela Cooperação da embaixada brasileira em Maputo, Mabel Barreto, declarou hoje à agência Lusa que a propriedade da nova indústria será do governo moçambicano, mas antes disso as autoridades brasileiras terão de ponderar um conjunto de factores, entre os quais, a existência de condições locais para a sua instalação.
Os anti-retrovirais são medicamentos de combate aos efeitos do Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH-Sida).
A responsável pela cooperação brasileira apontou a existência de uma legislação sensível a esse tipo de empreendimentos como um dos requisitos básicos para a concretização do projecto.
Mabel Barreto acrescentou que, para a elaboração de um relatório concludente sobre a existência de condições visando a instalação do empreendimento, a missão de técnicos brasileiros já se encontrou com o ministro da Saúde moçambicano, Francisco Songane, devendo ainda travar contactos com responsáveis do pelouro no país.
A equipa irá também visitar universidades e outro tipo de instituições à procura de informações sobre a disponibilidade de infra- estruturas e mão de obra qualificada para trabalhar no laboratório, acrescentou Mabel Barreto.
"Ainda não há nada definido, estamos apenas a estudar a possível instalação de um laboratório de produção de anti- retrovirais", sublinhou a responsável pela Cooperação na embaixada do Brasil.
A equipa de peritos brasileiros é constituída pelo director de produção industrial, Said Maria Queiroz, e de Controlo de Qualidade, Leonardo Coutada, ambos do Far-Manguinhos, o principal laboratório de produção de anti-retrovirais do Brasil.
Uma das alternativas propostas para a obtenção de recursos é a reconversão de parte da dívida externa de Moçambique com o Brasil, estimada em 20 milhões de dólares, visando a viabilização do projecto.

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