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Entrevista
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Multinacional Shell vai sair do arquipélago e de mais 21 países africanos
- 8-Apr-2010 - 15:20
A petrolífera europeia Shell vai sair de Cabo Verde, tendo colocado à venda a sua empresa no arquipélago e mais 21 outras participações em países africanos, na área da distribuição.
A multinacional holandesa está a apostar sobretudo na exploração e produção petrolífera, desinvestindo nos negócios de distribuição de combustíveis em África.
Esta manhã, em declarações à Rádio Nacional, o presidente da Shell Cabo Verde, Emanuel St`Aubyn, disse que já existem potenciais compradores que poderão vir a adquirir todas estas sucursais africanas no domínio da distribuição.
"Do que nós sabemos até ao momento é que a Shell já recebeu indicações do mercado de que há potenciais interessados para comprar esse negócio num só pacote e a Shell está a analisar as propostas que tem em cima da mesa" disse.
Na mesma entrevista, St`Aubyn garantiu que a venda da Shell Cabo Verde não vai pôr em causa nenhum dos compromissos assumidos pela sucursal, entre os quais a criação da empresa única de logística de combustíveis, em parceria com a petrolífera cabo-verdiana ENACOL e o Estado de Cabo Verde.
"Estamos numa fase muitíssimo adiantada, mas faltam afinar alguns aspectos. Uma vez ajustados esses aspetos entraremos na definição dos calendários de implementação e do espaço necessário para concretizar o projecto" afirmou.
No início desta semana a multinacional Shell divulgou a decisão, que segundo Emanuel St`Aubyn, faz parte dos “esforços para redefinir” o papel da empresa “no mercado global de downstream (refinação, distribuição e venda)".
Além de Cabo Verde, a reestruturação deve atingir as actividades em Marrocos, Argélia, Tunísia, Egito, Costa do Marfim, Burkina Faso, Gana, Togo, Senegal, Mali, Guiné, Quénia, Uganda, Tanzânia, Botswana, Namíbia, Madagáscar, Maurícias e Reunião, mais o negócio de GPL na África do Sul.
As actividades ‘downstream’ na África do Sul não serão afectadas pela revisão de estratégia da empresa.

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