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Muita população com comportamento de risco face à Sida, segundo inquérito
- 8-Apr-2010 - 17:48
O primeiro Inquérito Nacional de Prevalência, Riscos Comportamentais e Informação sobre o HIV e SIDA, cujos resultados preliminares foram divulgados hoje, revela que “muitos moçambicanos mantém um comportamento sexual de risco e iniciam precocemente as relações sexuais”.
O inquérito, do Ministério da Saúde de Moçambique, ainda sem dados sobre a prevalência do HIV/SIDA, é o primeiro do género no país, cobrindo “122 conglomerados urbanos e 148 rurais”, tendo sido entrevistadas 30.485 pessoas.
Segundo a pesquisa, “apenas um terço da população de 15-49 anos de idade tem conhecimento geral sobre a epidemia e somente uma pequena proporção desta expressa atitudes de aceitação em relação às pessoas que vivem com o HIV e SIDA”.
Relativamente à testagem da doença, refere-se no inquérito, nos últimos 12 meses, apenas 15 por cento das mulheres e nove por cento dos homens foram testados e receberam os resultados dos testes.
“Estas percentagens são particularmente baixas em Cabo Delgado e Nampula”, ambas da região norte do país, assinala o Inquérito Nacional de Prevalência, Riscos Comportamentais e Informação sobre o HIV e SIDA.
Ainda de acordo com a pesquisa, três por cento das mulheres e 20 por cento dos homens, com idade entre 15 e 49 anos, a faixa etária mais atingida pela doença em Moçambique, tiveram mais de um parceiro sexual nos últimos 12 meses.
“Mulheres jovens de 15-24 anos são ligeiramente mais propensas de terem tido parceiros múltiplos do que mulheres mais velhas”, lê-se no documento, que enfatiza ainda que “apenas dois por cento das mulheres actualmente casadas tiveram mais de um parceiro, em comparação com cinco por cento de ex-casadas”.
O inquérito indica que relações sexuais múltiplas são mais frequentes nas áreas urbanas que nas zonas rurais e o número de parceiros aumenta com o nível de escolaridade.
Ao comentar os resultados preliminares do Inquérito Nacional de Prevalência, Riscos Comportamentais e Informação sobre o HIV/SIDA em Moçambique, o ministro moçambicano da Saúde, Ivo Garrido, afirmou que o documento “é uma fotografia sobre o SIDA no país”, tendo em conta a pouca representatividade dos anteriores estudos, que se basearam em dados recolhidos nas unidades sanitárias.
O ministro salientou que este é o primeiro inquérito a nível nacional feito no país, e disse que em África, como no resto do Mundo, é mais o que se desconhece sobre a doença do que o se sabe.

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