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Unanimidade entre Governo e Parlamento de Portugal na condenação do golpe
- 12-Apr-2010 - 21:06
A unanimidade de pontos de vista entre o Governo e o Parlamento português, na "condenação do golpe" na Guiné-Bissau, foi hoje destacada em Lisboa pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.
João Gomes Cravinho, que falava à imprensa no final da sua audição na Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, acrescentou que a reunião com os deputados foi "extremamente útil".
"Foi uma oportunidade para trocar pontos de vista sobre a situação na Guiné-Bissau, para informar daquilo que o governo está a fazer e a forma como está a ver a situação, e para ouvir as posições das diferentes bancadas parlamentares", disse o governante.
Para João Gomes Cravinho, a audição traduziu a "unanimidade de pontos de vista sobre o que se passa na Guiné-Bissau, a condenação do golpe, dos eventos de 1 de Abril e a preocupação em relação ao facto da ordem constitucional ainda não ter sido reposta", frisou.
A Guiné-Bissau voltou a passar por momentos de instabilidade no passado dia 1, quando militares liderados pelo antigo chefe da Armada, Bubo Na Tchuto, e pelo número dois do Estado Maior General das Forças Armadas, António Indjai, detiveram o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, e chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, almirante Zamora Induta.
O primeiro-ministro foi libertado no mesmo dia, mas Zamora Induta continua detido, tendo sido transferido no dias depois para o quartel de Mansoa, a 60 quilómetros de Bissau.
Relativamente ao papel da comunidade internacional, designadamente de Portugal, João Gomes Cravinho classificou-o como "muito relevante" mas, ressalvou, "não pode a todos os momentos ser público".
João Gomes Cravinho recusa-se, por outro lado, a aceitar a ideia de que a Guiné-Bissau é "um Estado falhado”.
"Não quero utilizar a expressão de Estado falhado, que não corresponde à nossa forma de ver a Guiné-Bissau, mas é sem dúvida um Estado extremamente fragilizado e está fragilizado por dentro", concluiu.

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