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Entrevista
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Parceria Especial com UE dará frutos a médio e longo prazo, diz Josep Coll
- 8-May-2010 - 16:47
O chefe da delegação da Comissão Europeia (CE) em Cabo Verde afirmou hoje que a parceria especial entre Cabo Verde e a União Europeia (UE) dará resultados concretos a médio e longo prazos.
Josep Coll, numa entrevista hoje à agência noticiosa cabo-verdiana Inforpress, indicou que o patamar já atingido pela parceria, iniciada em Novembro de 2007 vai facilitar “em todos os aspetos” a vida do cabo-verdiano e o cidadão vai ver isso como um processo de desenvolvimento “de forma paulatina”.
Segundo Coll, Cabo Verde e a União Europeia vão trabalhar juntos para uma mudança ainda maior do patamar do arquipélago, apoiando o país numa ainda melhor governação, maior competitividade no exterior e aumento das trocas comerciais.
“Estamos a contribuir para que o país crie condições para atrair investimentos e para que os cabo-verdianos e o seu país sejam mais conhecidos nos países da Europa”, disse.
Antes da Parceria Especial, acrescentou, a UE baseava a presença no país na colaboração para o desenvolvimento do país quase unicamente na base da ajuda pública.
“Agora, é baseada na definição dos interesses comuns e na contribuição de ambas as partes para os mesmos objectivos. Ou seja, coloca-nos num plano de igualdade e de co-responsabilidade dos interesses que temos traçados”, explicou à Inforpress.
Sobre a Europa, Coll sublinhou que o continente tem, porém, muitos desafios a ultrapassar, defendendo que alguns deles podem ser resolvidos com a emigração, face, por exemplo, ao envelhecimento da sociedade europeia.
“O grande desafio da UE é dar resposta em tempo real e de maneira satisfatória à necessidade das suas populações que são, entre outras, o desemprego, algumas questões ligadas à segurança e o problema do envelhecimento da sociedade europeia, que faz com que o índice de sustentabilidade demográfica seja baixo”, disse.
Neste sentido, o fluxo de emigração pode representar uma resposta a esse fenómeno de envelhecimento da sociedade europeia, “resolvendo o problema de mão-de-obra e de transmissão geracional”, mas isso sempre que se ultrapasse outra dificuldade, que segundo Josep Coll, é a integração.
“Quando se quer viver na Europa, como em qualquer outro território, tem de se integrar e respeitar os seus valores”, indicou.

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