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Na Net o português ainda tem muito que lhe dar
- 8-Nov-2002 - 20:02

Apenas 1,5 por cento da comunicação na Internet é feita em português, enquanto a percentagem dos países de língua oficial portuguesa na população mundial ultrapassa os 3,5 por cento.

«Se não aumentarmos a presença na Internet corremos o risco de desaparecer ou ficar muito diminuídos», alertou o secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), embaixador João Augusto de Médicis.

Num recente debate na Casa do Brasil em Lisboa, aquele diplomata brasileiro disse que está empenhado em «lutar por uma presença maior da Lusofonia na Internet», mas reconheceu que a CPLP «está totalmente desarmada para intervir nesta área».

«Temos que nos informatizar para enriquecer e não o contrário», disse João Augusto de Médicis.

«O fosso já é muito grande e se o alargarmos perderemos ainda mais a importância», acrescentou.

João Augusto de Médicis exortou os oito países da CPLP a «agir juntos» e a «concertar-se» para a I conferencia da ONU sobre as novas tecnologias da informação, marcada para 2003.

«A acção na área da Internet será determinante para a afirmação da Lusofonia no plano internacional», afirmou.

A acção começará na própria página da CPLP da Net (www.cplp.org), que João Augusto de Médicis considera «muito ruim».

«Queremos renová-la completamente, para a transformar num ponto de encontro e de diálogo entre todas as pessoas que vivem no espaço da CPLP», anunciou.

João Augusto de Médicis defendeu também o contínuo empenho na «difusão e consolidação da língua» nos oito, alertando que na Guiné-Bissau «o português está perdendo terreno, não para o francês, mas para as línguas nativas».

«É um fenómeno alarmante e está chegando a níveis muito altos da administração guineense», disse.

Quanto a Moçambique, que há algum tempo parecia ir sucumbir à influência da língua oficial dos países vizinhos, o inglês, João Augusto de Médicis disse que «a situação está estável».

«A invasão do inglês não corresponde à realidade», afirmou.

A CPLP, criada em 1996, é constituída por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

No conjunto, aqueles países têm cerca de 220 milhões de habitantes, o que corresponde a 3,6 por cento da população mundial.

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