| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
Brasil
|
|
Empresas portuguesas no ranking das 500 maiores da América Latina
- 28-Jul-2003 - 18:58
Quatro empresas brasileiras com capital português figuram no "ranking" das 500 maiores da América Latina em 2002 elaborado pela revista AméricaEconomia.
De segmentos diferenciados - telecomunicações (Vivo), retalho (Sonae) e energia (Bandeirante e Escelsa), as empresas registaram quebras nas suas vendas, seguindo a tendência da maioria das companhias latino-americanas que participam no "ranking".
A companhia petrolífera estatal da Venezuela, PDVSA, ficou em primeiro lugar, seguida de outra empresa do sector, a Petróleos Mexicanos, que liderou o "ranking" em 2001. A brasileira Petrobras ficou no sexto lugar.
De acordo com a revista AméricaEconomia, as vendas das 500 maiores empresas da América Latina, com base nos dados do ano passado, caíram pelo segundo ano consecutivo, somando 856 mil milhões de dólares (744 mil milhões de euros), 2,5 por cento menos que em 2001 e significativamente abaixo dos 904,3 mil milhões de dólares (786,3 mil milhões de euros) alcançados em 2000, o ano de maiores vendas desde o lançamento da listagem pela revista, em 1989.
O grupo de telecomunicações Vivo, "joint-venture" entre a Portugal Telecom e Telefónica Móviles, registrou uma queda nas vendas de 24,4 por cento no ano passado, em comparação com 2001.
Foram 959,6 milhões de dólares (834,4 milhões de euros) contra 1,2 mil milhão de dólares (1,1 mil milhão de euros) registrados há dois anos.
As vendas brutas do Grupo Sonae, que detém no Brasil as marcas de supermercados Mercadorama, Nacional e Candia e hipermercados Big e Maxxi (grossista) caíram 35,7 por cento, passando de 1,4 mil milhão de dólares (1,2 mil milhão de euros) para 945,1 milhões de dólares (821,8 milhões de euros).
A Bandeirante Energia e a Escelsa, ambas controladas pela Electricidade de Portugal (EDP), também registraram perdas significativas.
A Bandeirante, que opera no estado de São Paulo, viu suas vendas caírem em 59,4 por cento, ficando em 440,7 milhões de dólares (383,2 milhões de euros), segundo a revista.
Em 2001, as vendas foram de 1,08 mil milhão de dólares (945 milhões de euros).
A Escelsa, que tem a sua base de clientes no estado do Espírito Santo, vendeu 359,9 milhões de dólares (312,9 milhões de euros) em 2002, 38,5 por cento a menos que o obtido no ano anterior, em 585,6 milhões (509,2 milhões de euros).
Segundo a revista, o mapa das 500 maiores empresas para o ano que vem deverá apresentar novas mudanças, com o crescimento das grandes empresas.
"Apesar das turbulências, os últimos meses têm sido pródigos no anúncio de fusões e aquisições na região", afirma a publicação.

Ver Arquivo
|
|
 |
| |
|
| |
|
|
|
|
|