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Cabo Verde
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Angola e Cabo Verde assinam acordo no domínio da polícia
- 28-Jul-2003 - 22:48
Cabo Verde deverá a partir deste semestre formar quadros da Polícia angolana na especialidade de ordem pública e Angola capacitará a congénere cabo-verdiana em matéria de segurança, estabelece um acordo assinado hoje entre os dois países.
O protocolo, que foi assinado pelo ministro angolano do Interior, Osvaldo Serra Van-Dúnem e pela ministra da Administração Interna de Cabo Verde, Maria Cristina Fontes Lima, define as linhas gerais de cooperação nos domínios da formação de pessoal, assessoria técnica e apoio institucional.
O acordo prevê ainda o fornecimento de equipamentos, consultas, intercâmbio de delegações e formação no domínio da segurança e ordem pública.
Segundo a ministra da Administração Interna de Cabo Verde, a assinatura do acordo marca o reforço da cooperação entre os dois países e a consolidação de "forma eficaz" daquilo que poderá ser algo de benefício mútuo.
"Identificamos o interesse de Angola de utilizar a experiência de Cabo Verde em matéria de ordem pública, e desde logo manifestamos a nossa disponibilidade para colaborar, assim como da nossa parte em usufruir e poder contar também com a imensa experiência de Angola nas escolas de formação e com a concretização desta vontade política estaremos a cumprir o que prometemos", salientou a governante cabo-verdiana.
A ministra anunciou que ainda este semestre será realizado em Cabo Verde um curso de formação de formadores em matéria de ordem pública para quadros da polícia nacional de Angola e a polícia do seu país enviará para as escolas de formação angolanas quadros cabo-verdianos em determinadas áreas de especialidade.
Para o ministro do Interior de Angola, o acordo assinado testemunha o aprofundamento das relações de Estado a Estado, sublinhando que se deve passar das palavras aos actos, uma vez que as necessidades de cooperação são imensas e os interesses que perseguem os dois ministérios, comuns.
"Em Angola estamos a gerir um processo que tem ligação com todo o continente africano e a forma como consolidaremos o processo de paz terá uma contribuição directa para a situação mais alargada da paz do continente, o que muito significa para o desenvolvimento", afirmou Serra Van-Dúnem.
De acordo com o governante, essa situação "impele-nos para união de sinergias na luta contra o terrorismo, o roubo de bens, tráfico de armas e de drogas, imigração ilegal, entre outras questões delituosas que vivemos".

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