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Comércio do Brasil com África do Sul pode atingir 2,6 mil milhões de euros
- 29-Jul-2003 - 19:35
As relações comerciais entre Brasil e África do Sul podem atingir, nos próximos quatro anos, cerca de 3 mil milhões de dólares (2,6 mil milhões de euros).
A avaliação é do embaixador da África do Sul em Brasília, Mbulelo Rakwena, que, em entrevista à revista IstoÉ, se mostra optimista com o novo cenário nas relações bilaterais, especialmente em virtude da visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao continente africano na próxima semana.
"Se levarmos em conta que as relações comerciais entre o Brasil e a África do Sul eram praticamente inexistentes durante o +apartheid+ (regime de segregação racial vigente no país africano entre 1948 e 1990) e hoje já atingem cerca de 1 mil milhões de dólares (877 milhões de euros) ao ano, tivemos uma grande evolução. E a perspectiva é que (...) chegue a 3 mil milhões de dólares (2,6 mil milhões de euros), refere o diplomata.
Lula da Silva estará na África do Sul no dia 7 de Agosto, no âmbito de uma ampla visita que fará ao continente africano, incluindo Moçambique, Namíbia, São Tomé e Príncipe e Angola.
A revista IstoÉ diz que, segundo o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), a comitiva presidencial será integrada por um grupo de 150 empresários brasileiros de diversos sectores, nomeadamente financeiro, peças para veículos, aeronaves, petróleo e gás, engenharia de construção, defesa, cosméticos, calçados, vestuário, alimentos industrializados, equipamentos médicos e materiais de construção.
Para o diplomata, "o governo Lula já demonstrou interesse em incrementar as relações com o continente africano, do qual a África do Sul é um país líder".
Com um produto interno bruto (PIB) de 140 mil milhões de dólares (122,8 mil milhões de euros), a África do Sul detém 18 por cento do PIB do continente africano.
Comercializar com o governo sul-africano significa também ter acesso aos mercados da União Aduaneira da África Austral (UAAA), integrada pela Namíbia, Botsuana, Suazilândia e Lesoto.
Nesse cenário, o Brasil concluiu um acordo entre o Mercosul e a UAAA que estabeleceu preferências tarifárias fixas.
"Nas relações bilaterais, existem várias áreas em que deverão ser acertados acordos de cooperação. Uma delas é a de mineração. Somos especialistas nisso e podemos transferir tecnologia ao Brasil. A outra é a do turismo. Em conversas com o governo de Minas Gerais, estamos estudando a possibilidade de investimentos na rota turística Diamantina- Parati", afirmou o embaixador sul-africano.
No mês passado, Brasil, África e Índia criaram o G-3 (Grupo dos Três), que se propõe a cuidar de assuntos em comum entre os três países, que se apoiam mutuamente para conseguirem um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

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