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  Brasil
Prejuízo da Varig aumentou 78 por cento em 2002
- 1-Aug-2003 - 19:56

A transportadora aérea brasileira Varig, que atravessa uma grave crise e se encontra em processo de fusão com a TAM, registou em 2002 um prejuízo 78 por cento superior ao registado em 2001, foi hoje divulgado.


Segundo o balanço financeiro de 2002 da empresa - entregue esta semana, com cerca de quatro meses de atraso, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) do Brasil - o prejuízo da Varig no ano passado ascendeu a 2,86 mil milhões de reais (854,8 milhões de euros, ao câmbio actual), contra os 1,60 mil milhões de reais (479,5 milhões de euros, ao câmbio actual) registados em 2001.

A transportadora aérea, que deveria ter entregue o balanço até ao início de Abril, indicou que a maior fatia do resultado negativo em 2002 corresponde a perdas cambiais, de 1,52 mil milhões de reais (454,3 milhões de euros, ao câmbio actual), devido à forte desvalorização da cotação do real face ao dólar norte-americano.

O património líquido da Varig em 31 de Dezembro de 2002 ficou negativo em 4,52 mil milhões de reais (1,34 mil milhões de euros, ao câmbio actual), o que significa que, se encerrasse hoje as suas actividades, a empresa não poderia satisfazer todos os seus compromissos financeiros.

No entanto, apesar do prejuízo líquido, a companhia teve no ano passado um resultado positivo de actividade (receitas menos despesas de voos), de 42,68 milhões de reais (12,67 milhões de euros, ao câmbio actual), contra um resultado negativo em 2001 de 159,86 milhões de reais (47,47 milhões de euros, ao câmbio actual).

Segundo a administração da Varig, este resultado positivo de actividade em 2002 deveu-se à "adequação de custos e de ajustes administrativos e financeiros".

Entretanto, a Associação de Pilotos da Varig (Apvar), que considera que a empresa tem viabilidade com um "Plano de Reestruturação Ampla", defendeu oficialmente quinta-feira que, se for inevitável uma fusão, então seria melhor com a Gol do que com a TAM.

A Gol, que opera há apenas dois anos e pratica uma política de tarifas e custos baixos, foi a única companhia do sector da aviação civil no Brasil a registar lucro no ano passado, de 3,98 milhões de reais (1,17 milhões de euros, ao câmbio actual).

A jovem transportadora aérea opera actualmente com 22 aviões e teve no ano passado uma participação de 17,17 por cento no mercado da aviação comercial brasileira de grande porte.

"Seria muito mais racional uma fusão com a Gol, que é uma empresa menor, e não produziria uma grande concentração de mercado", sublinhou o vice-presidente da associação, Márcio Marsillac.

A Apvar, que pretende intensificar a luta contra a fusão com a TAM, deseja marcar para as próximas semanas uma reunião com a administração da Gol para analisar a proposta.

Para já, a associação vai recorrer à Justiça para tentar evitar a realização sábado da assembleia da Fundação Ruben Berta, a holding controladora da Varig, que deverá ratificar o acordo de fusão com a TAM.

O acordo esteve para ser assinado numa cerimónia no início de Julho em São Paulo, que entretanto foi adiada "sine die".

Segundo o plano de fusão, o negócio deverá dar origem a uma nova empresa privada com financiamento público, em que a Varig deterá 5 por cento das acções e a TAM ficará com 35 por cento.

O processo de fusão entre a Varig e a TAM, iniciado em Janeiro, é uma saída apontada pelo novo governo brasileiro para combater a grave crise que abala as duas maiores companhias aéreas do Brasil.


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