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using defalts layout Segundo o presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Associação Industrial de Caju (AICAJU) em Nampula, Alberto Chissano, que falava à margem de um encontro da organização, exportadores não licenciados estão a vender castanha em bruto de Moçambique à Europa e à Ásia, privando a indústria de matéria-prima.
“Nós não temos força legal para impedir esta acção ilegal, queremos que haja exportadores reconhecidos e que observam os mesmos procedimentos respeitados pelos industriais nacionais”, assinalou Alberto Chissano.
Por seu turno, Yunuss Gafar, director executivo da AICAJU, defendeu a tomada de medidas restritivas na exportação da castanha em bruto, como forma de proteger a indústria local.
A reactivação de fábricas que no passado foram uma referência na exportação da castanha também faz parte dos objectivos da INCAJU em Nampula, para os próximos anos, afirmou Yunuss Gafar.
Actualmente, os operadores filiados à AICAJU exportam por ano cerca de 30 mil toneladas de castanha de caju e pretendem aumentar a cifra para 40 mil toneladas, a partir do próximo ano.
Depois de vários anos de paralisação, a indústria do caju tem sido uma das apostas do Governo nos esforços de aumento das exportações do país.