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Só 90 desfribilhadores
para 500 ambulâncias

- 29-Aug-2010 - 19:27


Os portugueses podem continuar a morrer. Mas ao menos ficam com a garantia de que o governo deverá ter um dia, talvez ainda este ano, um plano para o assunto

A ministra da Saúde de Portugal disse hoje que espera ter dentro de dois meses um plano de actuação para resolver a falta de Desfribrilhadores Automáticos Externos (DAE) em espaços públicos e ambulâncias. Recorde-se que a doença cardiovascular assume uma liderança destacada na morbilidade e mortalidade das populações do mundo ocidental. Em Portugal, as doenças cardiovasculares constituem um dos problemas de saúde mais graves para a população. A maioria das mortes evitáveis associa-se à doença coronária e ocorre fora dos hospitais.


A evidência empírica permite afirmar que, em até metade dos casos de paragem cardio-respiratória, as vítimas não chegam com vida aos hospitais, sendo muitas vezes a morte súbita a primeira manifestação dessa doença.

A fibrilhação ventricular é o mecanismo mais frequente da paragem cardio-respiratória de origem cardíaca e o seu único tratamento eficaz é a desfibrilhação eléctrica. Nestes casos, a probabilidade de sobrevivência é tanto maior quanto menor o tempo decorrido entre a fibrilhação e a desfibrilhação.

A experiência internacional demonstra que, em ambiente extra-hospitalar, a utilização de Desfibrilhadores Automáticos Externos (DAE) por pessoal não médico aumenta significativamente a probabilidade de sobrevivência das vítimas.

Numa declaração conjunta sobre a prática da desfibrilhação automática, o Conselho Português de Ressuscitação e a Sociedade Portuguesa de Cardiologia assumiram para Portugal as recomendações do ILCOR (International Liaison Committee On Resuscitation) , e consideram que a utilização de DAE por não médicos “só pode ser autorizada e legalizada se integrada em modelo organizativo que tenha controlo médico e auditoria médica qualificados”.

Em 12 de Agosto de 2009 foi publicado o decreto-lei nº 188/2009, que estabelece as regras a que se encontra sujeita a prática de actos de DAE por não médicos, bem como a instalação e utilização de Desfibrilhadores Automáticos Externos no âmbito quer do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), quer de programas de desfibrilhação em locais de acesso ao público.

De acordo com este decreto-lei, o acto de desfibrilhação, ainda que realizado através de desfibrilhadores automáticos, só pode ser realizado por não médicos por delegação de um médico, sob a sua supervisão e desde que integrado em programa de desfibrilhação automática externa previamente licenciado pelo INEM.

À margem da sessão de abertura do Congresso Mundial de Farmácia, que decorre em Lisboa, Ana Jorge referiu que está a analisar com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e com a equipa de coordenação para as Doenças Cardiovasculares um plano de actuação.

De acordo com o presidente do INEM, o sistema integrado de emergência média dispõe de DAE em apenas 90 das suas 500 ambulâncias, ou seja, em menos de um quinto do total de ambulâncias.

O problema também se coloca em relação aos espaços públicos, uma vez que um ano após a publicação do diploma sobre a disponibilização dos DAE, o INEM apenas licenciou cinco programas, a que correspondem 15 aparelhos.

Hoje, em declarações aos jornalistas, a ministra avançou que estão a ser definidas as condições de acesso aos aparelhos e em que locais eles deverão estar disponíveis.

A governante lembrou que nos locais públicos onde haja um DAE é também preciso que exista um profissional com formação para poder manusear o aparelho, sendo que essa formação tem de ser certificada pelo INEM.

Nesse sentido, Ana Jorge adiantou que todas essas condições estão a ser estudadas e garantiu que haverá resultados brevemente.

“É evidente que a formação leva tempo a fazer, mas eu espero que dentro de dois meses, no máximo, haja a apresentação daquilo que é o programa, quer de quais são os locais que têm os requisitos para poderem ter disfibrilhadores e como é que se começa a formação mais organizada”, disse a ministra.

Ana Jorge admitiu que a actual lei já obriga a que cada ambulância tenha um DAE, mas defendeu que “muitas vezes é mais importante que os DAE estejam em locais onde possam ser usados por pessoas com algum treino”, uma vez que têm um curto espaço de intervenção.


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