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Corrupção também rima com Brasil
- Dizem os que vivem em Portugal

- 31-Aug-2010 - 11:14


Embora reconhecendo os méritos do governo de Lula da Silva, preferem que seja José Serra a vencer as eleições de Outubro e não Dilma Rousseff

Quadros superiores brasileiros que vivem em Portugal admitem que houve melhorias para os mais pobres no Brasil e consideram a corrupção um factor negativo do Governo Lula da Silva, demonstrando preferência pelo candidato José Serra nas eleições presidenciais de Outubro.


“O Lula cuidou mais das classes mais desfavorecidas, implementando alguns programas sociais durante o seu Governo, contudo, não aumentou a classe média”, declarou à Agência Lusa Elaine Oliveira, gestora de projectos - há oito anos em Portugal - de uma empresa de informática brasileira.

Já a directora comercial de uma empresa têxtil brasileira em Portugal, Lucinda Raimundo, pensa que a classe média e os empresários é que estão a suportar a manutenção destas políticas sociais e que estes “não estão muito satisfeitos com a situação”.

Tanto Lucinda Raimundo como Elaine Oliveira dizem que o Brasil está a ganhar espaço na comunidade internacional, sendo bem visto pelos demais países, além de perceberem que há um certo crescimento económico no país.

Carlos Vianna, que mora há 21 anos em Portugal e é quadro superior de uma empresa portuguesa em Lisboa, avalia o Governo Lula como “globalmente positivo”, considerando que os pontos mais fortes foram a redistribuição de receitas, o aumento dos índices macroeconómicos e a projecção internacional do país.

Entretanto, Carlos Vianna – ex-militante que foi fundador do núcleo do Partido dos Trabalhadores (PT - partido de Lula da Silva em Portugal), “está decepcionado com a forma como a política continua a ser feita no Brasil, com a corrupção e os escândalos políticos sucessivos”.

Elaine Oliveira e Lucinda Raimundo também recordaram os escândalos de corrupção que aconteceram nos últimos anos no país, como o mensalão (compra de votos de parlamentares para a aprovação de projectos do Governo), acreditando que foi um dos factores mais negativos do executivo.

A primeira volta das eleições presidenciais brasileiras acontece a 3 de Outubro e os principais candidatos são Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), e Marina Silva, do Partido Verde (PV).

Tanto a directora comercial como a gestora de projectos disseram que nas próximas eleições votarão em José Serra, candidato da oposição, pois consideram-no melhor candidato, mais preparado, com mais experiência administrativa e com um trabalho já realizado, acrescentando que desconhecem o passado de Dilma Rousseff.

“Se ainda votasse no Brasil, votaria em branco na primeira volta”, disse Carlos Vianna, que já se naturalizou cidadão português, considerando, entretanto, que Dilma Roussef “é uma pessoa íntegra”.

“O governo Dilma seria uma continuidade do governo Lula da Silva, mas penso que poderia haver algumas mudanças. Ela é um pouco mais independente de partidos e até do próprio PT”, afirma Carlos Vianna, acrescentando, entretanto, que a candidata também tem de responder às alianças do seu partido.

Já sobre um governo com o candidato Serra à frente, o engenheiro acredita que “não seria muito diferente do actual” no campo económico, a não ser na questão da presença do Estado na economia, que seria menor, e a redistribuição de receita, que “seria mais ténue” do que no governo de Lula da Silva.


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