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  Guiné Bissau
Pedidos de asilo político a Portugal têm aumentado, este ano já recebeu oito
- 31-Aug-2010 - 11:26


Os pedidos de asilo político de cidadãos guineenses a Portugal têm vindo a aumentar desde os mais recentes acontecimentos políticos na Guiné-Bissau, tendo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras recebido oito processos desde o início do ano.


Mas muitos dos guineenses também fazem de Portugal um tranpolim de saída para outros países. Contactada pela Lusa, a embaixada dos EUA em Lisboa disse que, só em 2009 recebeu 20 pedidos de vistos não imigrantes de cidadãos guineenses.

De acordo com dados do SEF, em 2007 foram dois os requerentes guineenses de asilo político a Lisboa. Em 2008, o número subiu para quatro.

No ano passado, aquele serviço já recebeu cinco pedidos de asilo político de cidadãos guineenses e, este ano, deram entrada no SEF oito pedidos.

Os pedidos de asilo político têm aumentado na mesma proporção das crises políticas na Guiné-Bissau com as mortes do presidente Nino Vieira e do Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, Tagmé Na Waié, em Março de 2009, e de Baciro Dabó, candidato às presidenciais, a 5 de Junho.

No dia 1 de Abril de 2010, o vice-chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, António Indjai, lidera uma intervenção militar que acaba com a deposição e detenção do chefe das Forças Armadas, almirante Zamora Induta.

O primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, também é detido e libertado horas mais tarde.

O presidente da Associação Guineense de Solidariedade Social, Fernando Ká, disse que muitos guineenses vêm Portugal como um trampolim para outros países.

“Muitos procuram Portugal para refúgio, mas sem pedirem asilo político, porque Portugal não é muito acessível para dar o estatuto de asilado”, disse o dirigente associativo.

Segundo Fernando Ká, “Portugal tornou-se um trampolim” para outros destinos como França, Inglaterra ou até mesmo os EUA.

Outro dos problemas com que os guineenses se deparam em Portugal é com o sentimento de insegurança.

“Muitos guineenses sentem-se inseguros em Portugal”, admitiu o dirigente associativo, afirmando que esse é mais um motivo para não ficarem no país.


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