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Também em Moçambique a barriga vazia é má conselheira

- 1-Sep-2010 - 11:28

Hoje, mais coisa menos coisa, Moçambique volta a viver um drama que já conhecera no dia 5 de Fevereiro de 2008. Na altura tratou-se de um violento protesto contra o aumento do custo dos “chapas”. Essenciais (por manifesta incapacidade de o Governo fornecer esse serviço) para o transporte dos trabalhadores que ganham pouco (fora os muitos que só ganham desespero) são também um barómetro da sociedade.

Por Orlando Castro
Jornalista


O pão passou a pertir de hoje custar mais caro. O mesmo se passa com os preços da água e electricidade e menos de um mês após o quarto aumento dos combustíveis deste ano. Segundo a Associação Moçambicana dos Panificadores, cada pão custará mais um metical (um metical equivale a 0,02 euros), o que equivale a um aumento de sete por cento.

As panificadoras justificam o aumento do pão com o crescimento dos custos de produção, agravado pela depreciação da moeda nacional. Um pão pequeno (conhecido como carcaça ou papo-seco) custa actualmente 5,5 meticais.

A Associação explica que a farinha de trigo sofreu um aumento de quase 300 meticais (saco de 50 quilos), nomeadamente pelas restrições nas exportações da Rússia, país que viu os incêndios consumirem este Verão grandes extensões de searas.

Hoje, em Maputo, um euro equivale a quase 47 meticais, quando em Maio rondava os 42, não chegando aos 40 no ano passado.

Também a partir de hoje as tarifas de água e electricidade sofrem um aumento de cerca de 13 por cento.

No início do mês, o Conselho de Regulação do Abastecimento de Água aprovou o agravamento das tarifas de água ao consumidor, que lhe foi proposta pelo Fundo de Investimento e Património de Água (FIPAG).

A EDM, Electricidade de Moçambique, anunciou, entretanto, um aumento das tarifas em 13,4 por cento. Um cliente que compra cada kilowatt de energia por hora por 89,61 meticais passa, a partir de hoje a pagar 101,6 meticais pelo mesmo consumo.

Em termos gerais, os preços dos produtos alimentares não têm parado de aumentar em Moçambique, ao longo deste ano, a reboque das constantes subidas no preço dos combustíveis.

A 3 de Agosto o gás e a gasolina aumentaram oito por cento, passando cada litro a custar 40 meticais, contra os anteriores 37,02. O gás de cozinha passou de 48,93 meticais o quilo para 52,84 meticais.

O Governo justificou o aumento com a variação do preço do barril de petróleo e seus derivados e, mais uma vez, com a depreciação do metical face ao dólar. Já em Março, Abril e Maio o Governo tinha aumentado o preço dos combustíveis.

Os protestos contra o aumento do custo de vida são habituais, seguindo a lógica descendente. O Governo aumenta os combustíveis, os transportadores aumentam o preço dos bilhetes, os utentes (que já se consideram felizes quando têm algum trabalho) protestam nas ruas e a Polícia desmobiliza-os à força de bastonadas e de tiros. Sempre que há aumentos há protestos.

Embora a situação, segundo fontes da Imprensa moçambicana, não passe de um protesto popular contra o alto custo de vida, a tensão registada fez temer algo mais grave, tantos são os exemplos da história recente de África.

Assim, pelo sim e pelo não, os bancos, escolas, repartições públicas e outros organismos do Estado fecharam as portas, enquanto organizações internacionais, caso da ONU, aconselharam os seus funcionários a não saírem à rua.

01.09.2010
orlando.s.castro@gmail.com


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