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Cabo Verde
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Armando Monteiro pede retorno do voo Luanda/Sal
- 9-Aug-2003 - 19:16
Armando Monteiro, deputado à Assembleia Nacional de Cabo Verde eleito pela lista do Movimento para a Democracia (MPD) pelo Círculo de África, solicitou hoje ao Governo do seu país maior celeridade no processo de reabertura do voo Luanda/Sal, cancelado em finais da década 80.
Residente em Angola desde Maio de 1970, o parlamentar fez o pedido em entrevista à agencia cabo-verdiana de notícias, Inforpress, e afirmou que a abertura desse tráfego consta das promessas eleitorais do actual Executivo cabo-verdiano.
"Os emigrantes continuam à espera das promessas eleitorais que este Governo, em funções há 2 anos e sete meses, lhes havia feito", justificou, considerando a falta de um voo directo entre Angola e Cabo Verde como uma das principais preocupações da comunidade.
Luanda e Sal eram ligadas, desde os primórdios das independências de Angola e Cabo-Verde, em 1975, o por um voo da rota de Havana, capital de Cuba, que fazia escala naquela localidade crioula. A linha foi interrompida em finais dos anos 80, por ter deixado de ser comercial, segundo fonte da Transportadora Aérea Angolana (TAAG).
Desde aquele período, os cabo-verdianos residentes em Angola ficaram com apenas um voo directo, o Joanesburgo/Sal, também encerado em Novembro de 2002.
Para o deputado do MPD, o cancelamento dessa segunda rota de ligação aérea atribui ao Governo cabo-verdiano a responsabilidade de criar uma alternativa capaz de minimizar as necessidades da comunidade em Angola.
Afirma que "a redução das tarifas aéreas junto da Cabo Verde Airlines (TACV), uma vez por ano, para poderem vir passar férias", é outra das promessa feitas pelo actual Executivo, que ainda está por se cumprir.
Armando Monteiro ingressou no MPD em princípios da década 90, tendo, em Janeiro de 2001, se tornado deputado do partido pelo Círculo de África. Vive em Angola há mais de 33 anos, desde Maio de 1970.
Em Junho deste ano, por altura da deslocação ao arquipélago de uma delegação ministerial angolana, chefiada pelo primeiro-ministro Fernando da Piedade dias dos Santos, os respectivos governos comprometeram-se em abrir, ainda este ano, uma linha aérea directa que ligue os dois países.
Na altura da deslocação, o ministro cabo-verdiano das Infra-estruturas e Transportes, Manuel Inocêncio Sousa, disse que os transportes surgem nesse acordo de cooperação como o "sector de suporte, para viabilizar a parceria e permitir uma comunicação mais fácil entre Angola e Cabo Verde".
Explicou que será feito inicialmente o estudo de uma linha aérea a ligar directamente os dois países e, eventualmente, para os transportes marítimos e a aviação civil.
A criação dessa linha aérea já começou a ser discutida entre Manuel Inocêncio Sousa e o seu homólogo angolano, André Luís Brandão, que também integrou a delegação angolana ao arquipélago.
A Cabo Verde Airlines (TACV) e a Transportadora Aérea Angolana (TAAG) vão "trabalhar directamente", adiantou.
Os transportes aéreos e marítimos, os petróleos, a formação profissional, agricultura, construção civil e obras públicas, turismo, pescas, gestão portuária, reparação naval e trocas comerciais são as principais áreas de cooperação constantes dos acordos assinados.

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