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  Cabo Verde
Ramos Horta ouve queixas da oposição contra Kumba Ialá
- 11-Aug-2003 - 15:17

Os partidos da oposição na Guiné-Bissau acusaram hoje o presidente da República e o governo de "manifesta falta de diálogo" na busca de consensos para o processo eleitoral em curso no país.


A acusação foi unanimemente feita pelos partidos da oposição recebidos hoje em audiências separadas por José Ramos Horta, ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor- Leste e enviado especial da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP) à Guiné-Bissau, para se inteirar dos preparativos para as eleições legislativas marcadas para 12 de Outubro próximo.

Em declarações à Agência Lusa, a saída do encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, as delegações do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde(PAIGC), a União para a Mudança(UM), o Partido Unido Social Democrata (PUSD) e a Resistência da Guiné- Bissau(RGB) acusaram o governo do Partido da Renovação Social (PRS) pela forma "desorganizada" como decorrer o processo eleitoral.

A desorganização no processo traduz-se, segundo a oposição guineense, pela forma como os trabalhos do recenseamento eleitoral têm vindo a decorrer com a alegada inscrição de eleitores apenas em Bissau.

O PAIGC, pela voz do seu presidente Carlos Gomes Júnior, disse ter transmitido a Ramos Horta a inquietação do partido que vê nesta situação "uma clara preparação de fraude em grande escala" pelo PRS nas eleições de 12 de Outubro.

Agnelo Regala, da UM, para além de concordar com a opinião emitida pelo líder do PAIGC quanto à alegada intenção fraudulenta do PRS no próximo acto eleitoral, afirmou à Agência Lusa ter dito a Ramos Horta que o presidente guineense, Kumba Ialá " é o principal elemento de estrangulamento do diálogo nacional" entre a oposição e o poder político na Guiné-Bissau.

"Dissemos ao senhor embaixador Ramos Horta que no nosso entender é o senhor presidente da República quem tem causado dificuldades no diálogo nacional, pois tem-se assumido como um "ditadorzinhoÈ (...) como se o país fosse dele sozinho", frisou Regala, membro da comissão política da União para a Mudança.

O representante do PUSD, partido do ex-primeiro ministro Francisco Fadul, alinhou também pela mesmo diapasão, embora tenha deixado a abertura da sua formação política para a busca de melhores soluções para a resolução dos problemas que o país conhece pela via do diálogo "sério, transparente e consensual".

Já, Salvador Tchongó Domingos, presidente da RGB, concordou que o processo do recenseamento em curso não está a decorrer como rezam as leis do país, sobretudo, no que respeita aos prazos legais.

Mesmo assim, preferiu "defender" a figura do presidente da República, Kumba Ialá, considerando que é a oposição que tem dificultado o diálogo nacional pela forma "algo agressiva" como ataca o chefe de Estado.

O líder da RGB disse também ter recomendado ao enviado da CPLP a necessidade de sensibilizar a comunidade internacional a prestar apoios financeiros imediatos para a realização das eleições no dia 12 de Outubro próximo.

Depois da audiência com todos os partidos políticos legalmente constituídos na Guiné-Bissau, José Ramos Horta, recebe ainda hoje os representantes da sociedade civil, os sindicatos, a plataforma das organizações não governamentais e líderes religiosos.


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