Anuncie no Noticias Lusofonas e promova a sua empresa em todo o mundo de lingua portuguesa
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Entrevista
Dhlakama diz ser extremamente perigosa a partidarização do exército pela FRELIMO
- 5-Oct-2010 - 12:57


O presidente da RENAMO, o maior partido da oposição moçambicana, Afonso Dhlakama, e signatário há 18 anos do Acordo Geral de Paz, considera a alegada partidarização do exército moçambicano “extremamente perigosa para a paz” no país.


Na qualidade de líder da antiga guerrilha da RENAMO, Afonso Dhlakama assinou a 4 de Outubro de 1992 em Roma o Acordo Geral de Paz com o chefe de Estado moçambicano de então, Joaquim Chissano, pondo termo a 16 anos de guerra civil no país.

Volvidos 18 anos após o acordo, o presidente da RENAMO considera que “a situação do exército moçambicano é extremamente perigosa” para a paz, devido a uma suposta “influência da FRELIMO”, partido no poder e ex-beligerante na guerra civil.

“Há muitas coisas (do Acordo Geral de Paz) que não estão a ser cumpridas. Mas esta situação do exército é extremamente perigosa, é a parte em que todos temos que nos concentrar para corrigir”, afirmou, em entrevista ao diário O País, corroborando o que já afirma na entrevista ao Notícias Lusófonas.

Afonso Dhlakama fixou residência na província de Nampula, após as eleições gerais de Outubro do ano passado, nas quais perdeu, desafiando as leis do país que obrigam o líder da oposição a residir na capital do país, Maputo.

“As guerras em África, os conflitos, os golpes, são feitos pelos exércitos. Quando o exército é influenciado pelo partido no poder, quando esse partido, por alguma razão, devendo abandonar o poder, automaticamente ordena os seus comandos a atacarem o governo eleito democraticamente”, observou o líder da RENAMO.

Para Afonso Dhlakama, o Governo da FRELIMO violou o princípio da bipartidarização do comando do exército moçambicano, definido no Acordo Geral de Paz, por alegadamente ter promovido a desmobilização dos militares provenientes da RENAMO.

“Quando assinámos o Acordo Geral de Paz, acordámos que se devia formar um exército nacional de 30 mil homens, 15 mil da RENAMO e 15 mil da FRELIMO. Só que a FRELIMO começou a recuar, dizendo que não tinha dinheiro para formar um exército de 30 mil homens e formou um exército muito pequeno”, afirmou.

Passados alguns anos, acusou Afonso Dhlakama, “a FRELIMO começou a desmobilizar e retirar os quadros superiores que vinham da RENAMO”.

Apesar de reconhecer que “valeu a pena” ter assinado o acordo, Afonso Dhlakama apontou ainda “o sofrimento da população, a falta de justiça, de liberdades, desenvolvimento e de emprego” como outros ganhos que a paz não conseguiu gerar para a população moçambicana, acusando a FRELIMO por esses falhanços.

Mas “com a paz, apesar da má governação e corrupção, já existem investimentos estrangeiros no país, valeu a pena”, disse o líder da oposição moçambicana.

Como nos outros anos, Afonso Dhlakama voltou a pautar pela ausência das cerimónias centrais comemorativas do Dia da Paz, que se assinala a 4 de Outubro de cada ano, mantendo o boicote aos atos de Estado dirigidos pelo Governo da FRELIMO, ao qual não reconhece legitimidade por alegada fraude eleitoral.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Construção de Sites Algarve por NOVAimagem