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  Cabo Verde
Peritos da medicina militar da CPLP alertam para utilização de microrganismos
- 12-Nov-2002 - 11:17

Peritos reunidos no 3º Encontro de Medicina Militar da CPLP, em Lisboa, alertaram para a possibilidade de microrganismos dados como desaparecidos, casos da varíola e do carbúnculo, serem utilizados como armas biológicas.

A cerimônia de abertura deste encontro, que começou em 1991 por ser apenas luso-brasileiro, foi presidida pelo ministro da Defesa português, Paulo Portas, estando ainda presentes o ministro da Saúde de Portugal, Luís Filipe Pereira, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, José Mendes Cabeçadas, e representantes dos três ramos militares.

Paulo Portas ressaltou a importância da realização deste debate num momento em que os países se previnem contra o terrorismo bacteriológico, acentuando a necessidade de uma interação entre todos os Estados de língua portuguesa.

O Coordenador do encontro anual, tenente coronel Sousa Machado, chefe do departamento de saúde militar do Ministério da Defesa de Portugal, disse que entre os 230 participantes, 12 são oficiais do Brasil, três de Angola, dois de Moçambique, dois de Guiné-Bissau e um de São Tomé e Príncipe. Cabo Verde está ausente por dificuldades financeiras.

O presidente da Comissão Científica, o médico Major-General Silveira Sérgio, explicou que existem doenças especificamente militares, ou seja, resultantes de ataques com armas biológicas, químicas e nucleares.

Nota-se atualmente uma preocupação geral, salientou, de que determinadas doenças, algumas das quais já dadas como erradicadas, voltem a surgir devido a fugas de microrganismos em laboratórios.

O médico sublinhou que essa preocupação existe não só relativamente à varíola e ao carbúnculo, mas também no que diz respeito a vírus que podem provocar hemorragias internas, como o ébola, suscetíveis de serem utilizados como armas biológicas.

Como exemplo, referiu que na vacinação contra o carbúnculo são necessárias três doses para se obter uma relativa eficiência.

Tudo isto, explicou, implica um investimento muito grande, não só em roupas adequadas e em aparelhos utilizados na luta antinuclear, como também em materiais, aos quais só as grandes potências mundiais têm acesso.

«É uma guerra surda, principalmente a química e a biológica, para a qual não existe controle», alertou o Major-General, lembrando que Portugal, como membro da OTAN, tem que tomar as devidas precauções no quadro da Aliança.

Portugal vai apresentar no decorrer dos trabalhos, que se realizam no Instituto de Altos Estudos Militares, as suas experiências na participação militar, especialmente em Timor Leste e na ex-Jugoslávia, missões para as quais os seus elementos estavam devidamente preparados.

Referindo-se à malária, doença essencialmente africana, Silveira Sérgio afirmou que existe também em Portugal em alguns pólos onde se cultiva o arroz. Adiantou que a nível do rio Mondego e também em Setúbal existiu um «loccus endêmico de malária».

O congresso de medicina militar, que acontece todos os anos, alternadamente em Portugal e no Brasil, poderá, por vontade de Angola, ser realizado neste país dentro de três anos.

Ao longo dos trabalhos, que se prolongarão por três dias, serão debatidas experiências e aspectos relacionados com o ambiente, catástrofes, radiações, terrorismo bacteriológico e sistemas de proteção, entre outros.

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