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Sorria. Está a ser roubado (XIII)

- 25-Oct-2010 - 17:30

O PSD de Coimbra (Portugal) manifestou-se hoje preocupado com a recente fusão de três grandes hospitais, e a extinção da sociedade Metro Mondego, afirmando que o governo socialista olha para a cidade “com inimizade e rancor”. Se fosse só para Coimbra... do mal o menos. O problema é que José Sócrates e os seus muchachos olha “com inimizade e rancor” para a esmagadora maioria dos portugueses, sobretudo para aquela que (ainda) não é deste PS.

Por Orlando Castro
Jornalista


“Há vários anos que o Partido Socialista não trata Coimbra com o merecido respeito”, sublinhou, em conferência de imprensa o líder da concelhia social-democrata, Manuel de Oliveira. Não olha para Coimbra como não olha para o Porto, limitando-se a olhar em redor do Largo do Rato, em Lisboa. Tudo o resto é paisagem supérflua.

Na óptica do dirigente do PSD, “prova cabal desta realidade são as inúmeras injúrias políticas” consubstanciadas na “liquidação do projecto do Metro Mondego” e na suspensão de projectos estruturantes como a autoestrada Coimbra-Viseu, a nova penitenciária e o novo tribunal.

Não queriam mais nada? Vejam que até os socialistas de Coimbra estão a ser tratados como militantes de uma casta inferior. Aliás, no passado dia 19, o próprio PS/Coimbra disse que o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações teve “falta de honestidade política” e “feriu de morte” o projecto do metropolitano do Mondego.

Portanto, o melhor é continuar a sorrir, mesmo sendo roubados.

E para melhor perceber a filosofia sacrossanta de José Sócrates, basta ver como vai, a cantar e a rir, o despesismo socialista. Atente-se nas transferências feitas em 2010, em milhões de euros, pelo governo socialista de Sócrates para estes organismos:

Cinemateca Portuguesa: 3,9; Instituto Português de Acreditação 4,0; Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos 6,4; Administração da Região Hidrográfica do Alentejo 7,2; Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias 7,4; Instituto Português de Qualidade 7,7; Administração da Região Hidrográfica do Norte 8,6; Administração da Região Hidrográfica do Centro 9,4; Instituto Hidrográfico 10,1; Instituto do Vinho do Douro 10,3; Instituto da Vinha e do Vinho 11,5; Instituto Nacional da Administração 11,5; Alto Comissariado para o Diálogo Intercultural 12,3; Instituto da Construção e do Imobiliário 12,4; Instituto da Propriedade Industrial 14,0.

E como todos saberão, todos estes organismos (ao todo Portugal tem 340 institutos públicos e perto de 600 outros organismos), muitos dos quais nem os portugueses nem o próprio Governo sabem para que servem, são vitais como máquina empregadora e geradora de tachos, não sobra dinheiro para – no caso – dar melhor saúde, melhores reformas, mais emprego aos cidadãos numéricos do país.

Maló de Abreu, líder da bancada social democrata na Assembleia Municipal de Coimbra e presidente do Conselho de Opinião do PSD local, por seu turno, manifestou-se preocupado com a decisão de fundir os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), Centro Hospitalar de Coimbra (CHC) e o Centro Hospitalar Psiquiátrico.

“As fusões não trazem diminuições de custos, são as extinções”, sublinhou o dirigente, manifestando-se preocupado que a medida ponha em causa a “excelência de Coimbra na área da saúde”.

Moisés Geraldes, presidente da Mesa do Plenário da concelhia de Coimbra do PSD recordou a crescente diminuição do investimento do Estado no concelho, frisando que o OE para 2005 contemplava 74 milhões de euros e que o de 2011 prevê apenas 11 milhões de euros.

Pois é. Se se reduzissem em 20% as despesas com muitos destes organismos as poupanças rondariam os 1000 milhões de euros e evitava-se a subida do IVA.

Pois é. Se fossem feitas fusões, extinções ou reduções mais drásticas a poupança seria da ordem dos 4000 milhões de euros e não seriam necessários cortes nos salários.

Pois é. Pois é. Deveria ser assim se Portugal fosse um Estado de Direito. Mas não é.

25.10.2010
orlando.s.castro@gmail.com


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