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  Portugal
Cremações e suicídios disparam em flecha, revela a Universidade Portucalense
- 27-Oct-2010 - 12:16


Os portugueses estão a perder o receio da morte e a abandonar o culto da preservação do corpo, o que se traduz num aumento exponencial do número de cremações, revela a Universidade Portucalense (UPT).


Segundo José Eduardo Pinto da Costa, docente de Medicina Legal da UPT, as transformações sociais observadas na sociedade portuguesa nas últimas décadas vieram alterar também a forma como os portugueses encaram a própria morte.

“Há 40 anos havia uma grande inibição em abordar este tema, mas hoje, além de existir uma total liberdade para debater a morte, tanto os jovens como até os idosos encaram-na com maior naturalidade, como se comprova pela forte adesão à cremação e ao testamento vital”, refere.

O docente realça ainda que a relativização da morte na actual sociedade está a conduzir ao aumento em flecha das mortes por suicídio.

“A falta de capacidade psicológica para lidarem com os seus problemas está na base da decisão do suicídio de muitas pessoas, que, muitas vezes, quando não têm verdadeiros problemas nas suas vidas, inventam-nos e alimentam-nos, chegando ao ponto desesperante de se matarem”, observa.

O mesmo responsável sublinha as dicotomias e divisões que o tema da morte suscita na sociedade.

“As pessoas sentem uma grande ânsia de se elucidarem sobre um tema que provoca tantos conflitos emocionais, pois apesar do medo de morrer estar a diminuir, 80% da população mundial acredita na vida para além da morte”, conclui.

Com base nestes pressupostos, a UPT organiza, através do Departamento de Direito e sob a coordenação do Professor Pinto da Costa, o seu 12º Curso Livre de Medicina Legal, nos próximos dias 28 e 29 de Outubro, afecto ao tema “A morte nas suas várias perspectivas”.


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