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Portugal tira a quem produz para, é claro, dar a quem chula

- 30-Oct-2010 - 22:58

Em Portugal, como em qualquer outro país, é impossível levar os não políticos, gestores de empresas públicas e afins à prosperidade através de leis que punem os que trabalham. E é isso que, PSD e PS, querem e vão implementar nas ocidentais praias lusitanas, seja qual for o tom do sacrifício, rosa e laranja.

Por Orlando Castro
Jornalista


Por cada um deles que recebe balúrdios sem trabalhar, os que de facto trabalham têm de receber menos, muito menos. O governo só pode dar a esses seus acólitos tudo aquilo, e não é tão pouco, que rouba aos que trabalham.

Esses felizes portugueses de primeira sabem que não precisam de trabalhar porque, desde logo, há uma grande parte de cidadãos de segunda que o fazem para os os sustentar.

Espera-se, contudo, que esses portugueses de segunda se lembrem que não vale a pena trabalhar para sustentar um grupo que vive, parasitariamente, à custa do seu suor.

Quando isso acontecer é claro que Portugal deixará de ser de jure o que já hoje não é de facto: um Estado de Direito, um país, uma nação.

O ministro português (de que outro país poderia ser?) da Presidência afirmou, no passado dia 16 de Julho, perceber “a ânsia” do presidente do CDS em ir para o Governo e em abrir uma crise política, mas considerou que esse é um problema de Paulo Portas e não dos portugueses.

Pedro Silva Pereira tem parcialmente razão. É que, para os portugueses, o principal problema até não é Paulo Portas mas, isso sim, o de terem um governo acéfalo e ditatorial como é o de José Sócrates.

Pedro Silva Pereira falava no final do Conselho de Ministros, comentando o repto lançado pelo presidente do CDS, na Assembleia da República, para que José Sócrates abandonasse as funções de primeiro-ministro.

É evidente que o CDS não perde uma oportunidade para marcar presença e, tanto quanto possível, tentar garantir uma das tetas da porca pública que alimenta grande parte dos parasitas políticos do reino lusitano.

“Percebo a ânsia de Paulo Portas em querer ir para o Governo, para que haja crise política e, porventura até, eleições, mas esse é um problema de Paulo Portas, porque está na oposição, e não do país. A última coisa que o país pensa agora é fazer mais eleições, depois de termos tido três no ano passado e de haver presidenciais em Janeiro”, respondeu o ministro da Presidência.

Mais crise do que a que existe não me parece possível. Por isso, quanto mais cedo os portugueses forem chamados a dizer de sua justiça, melhor. Isto porque as balelas do Governo já não convencem nem mesmo os socialistas.

Pedro Silva Pereira considerou depois que Portugal “não pode estar sempre em eleições” e defendeu que “a instabilidade política é negativa para os interesses das famílias, das empresas e dos portugueses em geral”.

É verdade. Mas entre a instabilidade e a eventualidade de uma mudança para melhor (para pior é difícil) a opção dos 700 mil desempregados, dos 20% de miseráveis e de outros 20% de pobres não é difícil de advinhar, por muito que isso custe ao sumo pontífice do PS e aos seus acólitos.

“Precisamos de trabalhar e executar os programas que foram aprovados para dar confiança à economia portuguesa. Mas o que não inspira qualquer confiança é que o país se entretenha a discutir a oportunidade de uma crise política agora ou daqui a mais um bocadinho”, disse Silva Pereira.

Como teoria para quem está agarrado ao tacho... não está mal. O PS tem medo de eleições. Não tanto pelo cartão vermelho que os portugueses certamente lhe irão mostrar, mas sobretudo porque dentro do PS são cada vez mais os que pensam que Sócrates e companhia há muito deixaram de ser bestiais para serem... bestas.

Para o ministro da Presidência, a generalidade dos portugueses espera que “esta legislatura se cumpra, que o mandato que foi dado ao Governo para governar possa ser exercido e que o Governo, no âmbito dessas responsabilidades, possa enfrentar os problemas”.

Tretas. O governo socialista está em cima de um tapete rolante que para trás. Inteligente como ninguém, Sócrates ao ver o movimento do tapete reparou que estava na posição contrária e começou a andar no sentido do tapete, ou seja para trás. E com ele está a levar o país.

Por alguma razão, desde que José Sócrates chegou a dono do país, Portugal está cada vez mais perto dos mais evoluídos paises do norte... de África.
A solução, desconhecida deste governo socialista, é que a riqueza não se multiplica quando se opta por dividi-la entre os que a produzem e os que a chulam.

30.10.2010
orlando.s.castro@gmail.com


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