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Ramos-Horta defende pena de morte para terroristas
- 21-Aug-2003 - 11:59
O ministro dos Negócios Estrangeiros timorense, José Ramos Horta, defendeu hoje a pena de morte para terroristas responsáveis pelo atentado à bomba contra a sede da ONU em Bagdad e por outros atentados como Bali e Jacarta.
"Estou tão irritado com este acto de terrorismo (de Bagdad) que repenso a minha oposição antiga à pena de morte para terroristas", escreveu Ramos Horta, num artigo de opinião publicado na edição de hoje do "The Australian".
Para o Nobel da Paz é inaceitável que sejam os consumidores a gastar dinheiro para manter preso um terrorista que "mata, fere, destrói e rouba a via da tantos inocentes".
"Muitas vezes no passado assinei petições a pedir recuo na condenação de alguém à morte. Poderia, caso a caso, continuar a fazer isso no futuro", considerou.
"Mas não vou gastar lágrimas quando os responsáveis pelos actos terroristas em Bali, Jacarta, Nova Iorque, Washington e Bagdad forem mortos. A morte de Sérgio (Vieira de Mello) mudou a maneira como olho para a vida e para o tema da pena de morte", sustentou.
José Ramos Horta recordou no artigo que no seu regresso a Timor- Leste - 24 anos depois de partir, a 01 de Dezembro de 1999 - Sérgio Vieira de Mello foi um dos seus companheiros de viagem.
Considerando que o brasileiro "aprendeu depressa" a difícil tarefa de recuperar e governar um país, o governante timorense saudou a sua paciência, a capacidade de ouvir e comunicar e a grande capacidade de "construir consensos".
"Apesar de ter tido quase poderes ditatoriais, Sérgio passava horas a consultar os líderes timorenses. Nunca exerceu as suas autoridades legislativas e executivas sem o nosso acordo", escreveu Ramos Horta.
"Estou triste, devastado e de coração partido com a sua morte. Os bárbaros que bombardearam a sede da ONU em Bagdad têm que ser punidos", acrescentou.

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