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Lula da Silva defende presença de Força de Paz da ONU no Iraque
- 22-Aug-2003 - 17:15
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje a presença de uma Força de Paz das Nações Unidas no Iraque para restabelecer a ordem e a democracia no país.
"Se os Estados Unidos tinham cometido um primeiro equívoco ao atacar o Iraque, manter o exército lá pode ser um segundo equívoco", afirmou o presidente, numa conferência de imprensa à Associação dos Correspondentes Internacionais de Brasília, no Palácio do Planalto.
Na opinião de Lula da Silva, a questão iraquiana não é agora apenas da responsabilidade dos Estados Unidos, mas de todo o mundo.
Segundo o presidente brasileiro, a ONU "pode ganhar pontos importantes junto ao povo iraquiano", na medida em que assumir mais responsabilidades "A situação pode ficar pior se não encontrarmos uma solução política para o Iraque. A solução não é militar, com o agravante de que não foram encontradas armas químicas no país", realçou.
Sobre o atentado à sede da ONU em Bagdad na última terça- feira, o presidente disse que já se sabia que o grande problema do Iraque seria depois da guerra.
"Vencer o inimigo invisível é muito mais difícil do que um exército formal", afirmou.
O presidente estará presente no velório do representante especial do secretário-geral da ONU no Iraque, o diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello, morto no atentado.
O velório será neste fim-de-semana, no Rio de Janeiro, mas o corpo enterrado em Thonon-les-Bains, na França, por desejo expresso dos filhos do embaixador.
Lula da Silva defendeu ainda a necessidade de haver mudanças na forma de funcionamento da ONU, com a ampliação do número de países no Conselho de Segurança, onde o Brasil reivindica um lugar como membro permanente.
"Queremos recuperar o prestígio da ONU como um instrumento de resolução de conflitos no mundo", frisou, acrescentando que o comportamento dos Estados Unidos no conflito com o Iraque "fragilizou muito" a organização.
O presidente brasileiro defendeu também a presença de uma força da ONU no Médio-Oriente para ajudar na resolução do conflito entre israelitas e palestinianos, acirrado após o atentado terrorista em Jerusalém, no último dia 19, que fez pelo menos 20 mortos.
Em represália, os israelitas mataram o líder do Hamas, Ismail Abu Chanab, o que levou os principais grupos terroristas palestinianos a declarar o fim da trégua anunciada no final de Junho, colocando em risco o plano de paz norte-americano para a região.

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