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Entrevista
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Cabo Verde soma e segue na construção do Estado de Direito
- 23-Aug-2011 - 21:37
O Presidente da República cessante de Cabo Verde enviou recentemente a Jorge Carlos Fonseca uma mensagem de felicitações e o desejo de “sucessos no desempenho do Alto Cargo”. Por ser de ascendência cabo verdiana, pela parte materna, e de conhecer pessoalmente o sucessor de Pedro Pires, gostaria de aproveitar o embalo e a oportunidade soberana para enviar também a minha felicitação a este respeitável constitucionalista que, dentro de alguns dias, vai assumir (com toda a competência, responsabilidade, coerência pessoal e intelectual inerentes à sua forma de ser e de estar na política do arquipélago) o cargo de primeiro magistrado de uma das nações que, por diversas razões, mais dá cartas entre os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP's)
Pedro Pires também fez questão de telefonar, não só ao seu sucessor como a Manuel Inocêncio Sousa, o candidato derrotado. Ora assim mandam as regras da boa educação e procedem os homens civilizados.
Pessoalmente não esperava outra atitude de quem soube dirigir magistral e inteligentemente os destinos dos cabo-verdianos durante dois mandados consecutivos.
Também gostaria de telefonar para o sucessor de Pedro Pires. Mas - se me é permitida a confissão - não sei aonde tenho guardado o seu cartão-de-visitas.
Conheci Jorge Fonseca na cidade da Praia em 2006 quando para lá me desloquei por razões familiares (e não só).
Foi Cláudio Pina (um antigo seminarista, intelectual de primeira água, crítico acérrimo do PAICV e, claro, próximo do MpD) quem mo apresentou.
A apresentação teve lugar em casa de Jorge Fonseca. Tínhamos inclusivamente combinado uma entrevista para o NL, o que não chegou a acontecer em decorrência da sua agenda apertada.
Venhamos a nós. Pedro Pires disse, entre outras coisas, o seguinte na sua mensagem de felicitação a Jorge Fonseca: “Pouco a pouco e ilha a ilha, com a contribuição de todos, temos vindo a reforçar as instituições do Estado de Direito, consolidando as bases da Democracia e alargando as fronteiras da Liberdade, visando garantir aos Cabo-verdianos uma melhor qualidade de vida, num ambiente de cada vez mais confiança, segurança, harmonia e participação, tanto no país como no concerto das Nações”.
Depois destas palavras, com certeza que já não restam dúvidas, para quem ainda as tinha, relativamente ao facto de Cabo Verde ser (apesar de não possuir os recursos que os demais PALOP's possuem) uma referência obrigatória no contexto da Lusofonia.
Estou certo, escreveu Pedro Pires na sua mensagem endereçada a Jorge Fonseca, de que a sua contribuição trará novos ganhos nesse esforço de tornar Cabo Verde um país mais credível, atractivo e competitivo.
Pessoalmente, não poderia estar mais de acordo com Pedro Pires.

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