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  Cabo Verde
Fracassou o acordo de coligação dos partidos da oposição
- 24-Aug-2003 - 18:05

Divergências de última hora impediram a assinatura este fim-de-semana de um acordo de coligação entre o Movimento para a Democracia (MPD) e o Partido da Convergência de Democrática (PCD).


O acordo preconizava a apresentação de listas comuns dessas duas forças política da oposição em seis dos 17 municípios cabo-verdianos nas próximas eleições autárquicas previstas para o primeiro trimestre de 2004.

Tudo indica que a exigência do PCD de incluir no acordo os municípios do Porto Novo, na ilha de S. Antão, e de São Miguel, na ilha de Santiago, podem inviabilizar uma coligação entre os dois partidos, cuja negociação tinha já resultado num compromisso de princípio para apresentação de candidatos comuns nos municípios da Praia, Santa Catarina, Santa Cruz, S. Filipe, Mosteiros e Sal.

O presidente do MPD, Agostinho Lopes, disse sexta-feira que lamentava "a forma pouco curial" como o PCD de Eurico Monteiro se fechou a um eventual compromisso com a maior força política da oposição em Cabo Verde, acusando-o de tornar "praticamente impossível" um entendimento.

O líder do MPD entende que este posicionamento do PCD, que detém apenas um assento no parlamento, "deixa antever um desfecho pouco favorável deste processo" e que por isso a Comissão Política do seu partido decidiu avançar com o anúncio das suas candidaturas, deixando, no entanto, uma fresta da porta aberta para os entendimentos necessários.

Por sua vez, militantes do PCD bem posicionados, citados pelo jornal electrónico "Paralelo 1", afirmam que se trata apenas duma desculpa pois, dizem, esse partido só apresentou São Miguel nas negociações porque os militantes locais tinham apresentado à cúpula o seu próprio candidato.

"A verdade é que o MPD chega a entendimento em locais onde precisa de nós e dispensa o nosso contributo onde acha que pode ganhar", lamentaram.

O Partido da Convergência Democrática resultou de uma cisão do próprio MPD, quando em 1993 o então ministro da Justiça, Eurico Monteiro, e outros altos dirigentes do partido então no poder deixaram essa formação política e o governo, em rota de colisão com o primeiro-ministro Carlos Veiga.

Com o regresso do PAICV (antigo partido único) ao poder, em Janeiro de 2001, tem vindo a verificar-se uma certa reaproximação entre os dirigentes das duas formações políticas no sentido de constituir uma alternativa credível ao actual partido no poder.


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