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Cabo Verde
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PCD considera precipitada decisão do MPD sobre coligação
- 26-Aug-2003 - 12:02
O Partido da Convergência Democrática (PCD) considerou de "precipitado" o comunicado emitido pelo Movimento para a Democracia (MPD) dando conta de impasse nas negociações para uma coligação desses dois partidos da oposição cabo-verdiana para as próximas eleições autárquicas em 2004.
O PCD, que dispõe de um único assento no Parlamento cabo-verdiano, considera que a situação podia ser ultrapassada numa concertação entre os líderes dos dois partidos Agostinho Lopes (MPD) e Eurico Monteiro (PCD).
Um documento divulgado no final de uma reunião da Comissão Política do PCD realizada no último fim-de-semana refere que a decisão de pôr em risco os entendimentos já conseguidos decorre duma "troca de bilhetes com argumentos e contra-argumentos, de forma informal, entre dois negociadores".
O PCD considera inoportuna a tomada de posição pública por parte do presidente do MPD, Agostinho Lopes, sobre o desfecho das negociações na véspera da anunciada deliberação da Comissão Política do PCD sobre a proposta apresentada pelo negociador do MPD, Rui Figueiredo.
No documento, o PCD defende ser necessário reconhecer-se que as negociações para um entendimento político entre dois partidos, visando uma participação concertada em eleições autárquicas, é um processo "delicado e complexo".
É um processo que involve várias fases e atende a diferentes sensibilidades", recomendando assim uma gestão prudente e cautelosa para evitar atitudes que, mesmo não sendo intencionais, podem causar danos sérios aos resultados finais, sublinha.
Para o PCD, pretende-se uma coligação que passe a imagem de renovação, vitalidade e de força, capaz de criar uma dinâmica de vitória para ganhar as próximas eleições e implantar um projecto alternativo para Cabo Verde.
De recordar que divergências de última hora impediram a assinatura no passado fim-de-semana de um acordo de coligação entre MPD e o PCD para enfrentar o PAICV nas próximas autárquicas mas que também poderia vir a ser alargada aos próximos actos eleitorais em Cabo Verde.
O acordo preconizava a apresentação de listas comuns dessas duas forças política da oposição em seis dos 17 municípios cabo-verdianos.
O presidente do MPD, Agostinho Lopes, disse sexta-feira passada que lamentava "a forma pouco curial" como o PCD de Eurico Monteiro se fechara a um eventual compromisso com a maior força política da oposição em Cabo Verde, acusando-o de tornar "praticamente impossível" um entendimento.
O líder do MPD disse na altura entender que o posicionamento do PCD deixava antever um desfecho pouco favorável do processo e que, por isso, a Comissão Política do seu partido decidira avançar com o anúncio das suas candidaturas, deixando, no entanto, uma fresta da porta aberta para os entendimentos necessários.

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