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A Cartilha do Delegado de Lista
- 8-Jul-2017 - 17:56

No passado dia 16, sexta-feira, pelas 16 horas, na União dos Escritores de Angola, foi apresento o livro “Cartilha do Delegado de Lista”, de William Tonet.
A apresentação da obra, da Editora FVIII, esteve a cargo do advogado Inglês Pinto, ex-bastonário da Ordem de Advogados de Angola.

Segundo Caetano de Sousa, antigo Presidente da Comissão Nacional Eleitoral, “a Cartilha do Delegado de Lista de que William Tonet é autor abrange todo o processo de votação em linguagem acessível, acompanhado de banda desenhada. É cartilha acessível a todo o cidadão eleitor e serve de manual indicativo de trabalho para todo o delegado de lista, foi pensado e dirigido para o Delegado de Lista, é digno de se recomendar”.

“Fico convencido que o Delegado de Lista que tenha acesso a um exemplar da Cartilha e que o leia tem tudo o que precisa para fazer um bom trabalho para benefício e eficiência do Processo Eleitoral”, acrescenta Caetano de Sousa.

No prefácio do livro, Paulo de Morais (Presidente da Frente Cívica e ex-candidato à Presidência da República de Portugal) diz que “a realização de eleições livres e independentes é essencial à democracia e esta é fundamental para o desenvolvimento humano, social e cultural das sociedades”, acrescentando que “só há países desenvolvidos onde há regimes democráticos que funcionam de forma regular. E, nestes países, os cidadãos têm direito à educação, a cuidados de saúde com qualidade, a um ambiente económico e social onde podem encontrar prosperidade e segurança. E tudo começa numa mesa de voto.”

“Um sistema político saudável permite aos cidadãos a apresentação de diferentes alternativas políticas para o governo das sociedades. Permite ainda que, em liberdade, essas alternativas se confrontem e sejam escrutinadas, pelos cidadãos e pelos media. Permite que os cidadãos escolham e que a alternativa vencedora forme governo para pôr em prática as medidas que propôs. E tudo passa pela mesa de voto. Na mesa de voto, decidem-se eleições. Decide-se a democracia. E esta só se realiza quando as mesas de voto são o espaço da verdadeira escolha”, escreve Paulo de Morais.

Nesse sentido, acrescenta Paulo de Morais, “esta Cartilha é um verdadeiro hino à democracia. Para que a vontade do povo se reflicta em sistemas de governo, não basta que os cidadãos acorram às urnas. É também imperioso que a sua vontade seja devidamente assumida pelo sistema. Tal só acontecerá se, por um lado, se evitar a fraude, a coacção, a manipulação dos eleitores. E se, por outro, se garantir que os resultados da vontade dos eleitores, expresso em cada boletim de voto, sejam devidamente registados, agregados e transmitidos para posterior consolidação nacional”.

“Esta Cartilha ensina a garantir a prossecução de ambos os objectivos. De forma simples, agradável e atractiva, explica como prevenir e até evitar nefastas influências de quem pretenda fazer batota eleitoral. Exemplifica o que se deve e não deve admitir para garantir a total higiene democrática em cada mesa de voto”.

O livro vai estar a venda no dia de lançamento, ao preço de dois mil kwanzas, na União de Escritores Angolanos. Depois do lançamento poderá ser adquirido nas livrarias ou por encomenda.

Este livro foi depois apresentado em Lisboa, no dia 5 de Julho, seguindo-se um debate "Angola que Futuro" organizado pelo jornal Folha 8, Transparência e Integridade e Frente Cívica com excelente participação do público e onde foram oradores Marcolino Moco, José Marcos Mavungo e Sedrick de Carvalho.


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