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Cabo Verde
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Estados Insulares reúnem-se em Cabo Verde
- 31-Aug-2003 - 21:23
A cidade da Praia acolhe, nesta segunda-feira e até cinco de Setembro, a reunião regional dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (SIDS, em sigla inglesa) pertencentes ao grupo dos chamados AIMS (Atlântico, Índico, Mediterrâneo e Mar do Sul da China), apurou a PANA na capital cabo-verdiana de fonte oficial.
A reunião, que se realiza no âmbito da revisão do Programa de Acção da Conferência de Bridgetown, Barbados (PAB), vai discutir, entre outras questões, o relatório sobre o grau de implementação do referido programa, passados quase 10 anos sobre a sua aprovação.
De acordo com fonte da organização, participam na reunião entre 60 a 70 delegados de todos os países membros do grupo AIMS.
Trata-se, também, de uma reunião preparatória do grande encontro das Maurícias a acontecer em Agosto de 2004, para avaliar os efeitos do PAB nos pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, e ao mesmo tempo verificar os constrangimentos e traçar planos para o futuro.
Os 41 Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, entre os quais se encontram dois arquipélagos lusófonos (Cabo Verde e São Tomé e Príncipe), incluem países confrontados com problemas que vão desde uma população reduzida à escassez de recursos, passando pela susceptibilidade a desastres naturais, dependência excessiva do comércio internacional e vulnerabilidade em relação aos desenvolvimentos globais externos.
Também enfrentam problemas de inexistência de economias de escala, de custos de transporte e de comunicação elevados e de administrações públicas e infra-estruturas dispendiosas.
Em Abril de 1994, em Bridgetown, foi realizada a Conferência Global para o Desenvolvimento Sustentável, na qual foi implementada a Agenda 21 através do PAB, que se traduz numa agregação de 14 áreas de acção e um conjunto de medidas políticas a nível nacional, regional e internacional visando apoiar esses a atingirem o seu desenvolvimento sustentável.
Entre os principais constrangimentos do PAB figuram os recursos financeiros inadequados, a coordenação regional insuficiente, demasiada concorrência na obtenção dos fundos necessários, escassez de recursos humanos qualificados e a pouca atenção dada às medidas para fazer face às alterações climatéricas.

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