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Solução para vulnerabilidades preocupa pequenos Estados insulares
- 4-Sep-2003 - 15:46
A vulnerabilidade dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (SIDS) e o desafio de fomentar a sua capacidade de recuperação rápida dominam uma reunião internacional que decorre na Cidade da Praia.
Na reunião participam sete países insulares da região Atlântico, Índico, Mediterrâneo e dos mares da China (Cabo Verde, Comores, Maldivas, Malta, Maurícias, Singapura e Seychelles).
Portugal está presente no encontro como observador.
Na apresentação do tema, o professor Al Bringer, da Universidade das Índias Ocidentais, apontou a cooperação Sul/Sul e o aproveitamento dos bons exemplos de alguns países insulares mais avançados como uma saída para o desenvolvimento dos SIDS.
O universitário propôs como soluções uma maior cooperação entre os SIDS em sectores como a energia, agricultura, conservação dos recursos naturais e desenvolvimento dos recursos humanos.
Para Pierre Encontre, da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (CNUCED), também um dos apresentadores do tema, o maior peso da vulnerabilidade económica desses países insulares tem a ver com os efeitos externos.
O perito da CNUCED considerou que as modificações que se processam no ambiente económico internacional têm um impacto "extremamente poderoso" sobre as economias dos pequenos estados.
O antigo director do Plano de Cabo Verde Manuel Varela Neves, um dos representantes cabo-verdianos na reunião, defendeu que, para inverter essa situação, "há que criar capacidades técnicas internas e institucionais para melhor trabalhar a questão".
No caso concreto de Cabo Verde, acrescentou, as vulnerabilidades há muito que estão identificadas.
Nesse sentido, apontou a alta dependência no sector do comércio em termos de importação e a fragilidade nas exportações, a par da instabilidade agrícola.
"A fragilidade ambiental é também outra questão a ter em conta, quando se pensa o desenvolvimento sustentado de Cabo Verde. A vulnerabilidade ambiental deve ser um dos argumentos de peso do país na Conferencia Internacional das ilhas Maurícias", marcada para o próximo ano, sublinhou Manuel Varela Neves.
Terça-feira, os participantes na reunião dos Pequenos Estados Insulares, que teve início na segunda-feira, debruçaram- se sobre o andamento dos relatórios nacionais sobre a implementação do Programa de Acção de Barbados, de 1994.
O grupo dos Estados Insulares em Desenvolvimento é constituído por 41 países.
A reunião, que se prolonga até sexta-feira, destina-se a fazer uma avaliação do percurso feito e da aplicação do Plano de Acção de Barbados.
Na reunião de Barbados, que decorreu em Bridgetown, em Abril de 1994, foi realizada a Conferência Global para o Desenvolvimento Sustentável, na qual foi implementada a "Agenda XXI", através do programa de acção então aprovado.
O programa aponta um conjunto de medidas, acções e políticas que deverão ser levadas a cabo aos níveis nacional, regional e internacional, de forma a apoiar os países insulares a atingirem o seu desenvolvimento sustentável.

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