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Comunidade portuguesa defende mudança consular em São Paulo
- 5-Sep-2003 - 12:35
Representantes da comunidade portuguesa de São Paulo defenderam o projecto governamental de integrar nas mesmas instalações o Consulado-Geral de Portugal, o Instituto Camões (IC) e a delegação do Icep.
Actualmente, o Consulado-Geral de Portugal e o IC alugam instalações na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, no antigo centro de São Paulo, enquanto o Icep - organismo oficial responsável pela promoção da economia portuguesa no mundo - está instalado na zona dos Jardins, no bairro financeiro da cidade.
"Parece louvável a idéia de se fazer o melhor possível para encontrar um local adequado que transmita a imagem moderna de Portugal", afirmou à Lusa o presidente da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil.
Fernando Prado Ferreira disse que a proposta de reunir o Consulado-Geral, Icep e Instituto Camões (IC) no mesmo local fará com que as três instituições "sejam mais dignamente e modernamente representadas em São Paulo".
Prado Ferreira acredita que a Casa de Portugal, "símbolo da imigração portuguesa em São Paulo", poderá encontrar outra finalidade para as instalações actualmente ocupados pelo Consulado e pelo IC.
"Poderíamos, por exemplo, trazer um núcleo de uma universidade privada portuguesa, com um bom aproveitamento e mais vida para o local", afirmou.
Também o director-presidente da Portugal Telecom, no Brasil, Eduardo Correia de Matos, considera que o projecto de co-localização das instituições oficiais portuguesas em São Paulo "faz todo o sentido".
"A representação de Portugal em São Paulo muda completamente de figurino deixando de ser um mero consulado com funções administrativas e burocráticas e passando a ter uma vertente de representação económica e cultural", disse.
Correia de Matos considerou ainda muito positivo que "o consulado tenha novas instalações numa zona mais adequada com as funções de representação que passa a ter junto do empresariado e do mundo económico".
O presidente do Centro Transmontano de São Paulo, Fernando Moredo, afirmou que a mudança do Consulado para outro local "já deveria ter ocorrido há muito tempo".
"É momento de acordar. O actual local é impróprio e não reflecte a imagem de país rico que Portugal tem hoje", disse à Lusa o presidente do Centro Transmontano, uma das maiores associações de portugueses em São Paulo.
Manuel Correia Botelho, presidente do grupo Pires, a maior empresa de segurança privada da América Latina, e um dos mais antigos imigrantes portugueses em São Paulo, disse à Lusa que as "pequenas e apertadas instalações do Consulado prejudicam a imagem de Portugal".
"A Casa de Portugal pode encontrar outra finalidade para parte de suas instalações. O nome de Portugal está acima de qualquer associação", disse Botelho.
Já o deputado socialista Carlos Luís, que se encontra no Brasil no âmbito de uma visita à comunidade portuguesa, defendeu que a estrutura consular se deve manter nas instalações da Casa de Portugal de São Paulo.
"Não ouvi ninguém a favor da saída do consulado-geral da Casa de Portugal", declarou à agência Lusa Carlos Luís, que anunciou que vai entregar na Assembleia da República um abaixo-assinado com 1.300 assinaturas contra a saída do Consulado-Geral de Portugal em S. Paulo das instalações da Casa de Portugal naquela cidade brasileira.
O parlamentar do PS anunciou a sua intenção na quinta-feira, no mesmo dia em que se reuniu com o Cônsul de São Paulo, Luís Manuel Barreira de Sousa, para abordar a questão.
A comunidade portuguesa do estado de São Paulo está estimada em 300 mil pessoas, metade das quais está inscrita no Consulado-Geral da cidade.

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