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Cabo Verde
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TAAG interessada na privatização da companhia aérea de Cabo Verde
- 7-Sep-2003 - 12:27
A transportadora aérea angolana, TAAG, constitui uma das potenciais parceiras wstratégicas do governo cabo-verdiano no âmbito da privatização da sua companhia aérea, a TACV.
O presidente do Conselho da Administração da TACV, João Higino do Rosário, confirmou que conversações nesse sentido estavam em curso entre as duas partes e que a questão constava também da agenda da reunião entre as autoridades dos países na próxima semana, depois da chegada sábado a Cabo Verde de uma delegação governamental angolana encabeçada pelo ministro das Obras Públicas, Higino Carneiro.
João Higino do Rosário realçou que a parceria entre a TAAG e a TACV estava a fazer progressos e apontou como exemplo disso a inauguração sábado de uma linha directa mensal entre a capital angolana, Luanda, e a ilha cabo-verdiana do Sal.
O processo de privatização da TACV está em curso há já algum tempo, mas o governo cabo-verdiano tem tido alguma dificuldade para encontrar um parceiro estratégico interessado em investir na recuperação de uma companhia que vive actualmente uma difícil situação financeira.
Observadores na capital cabo-verdiano admitem que o estabelecimento de uma parceria estratégica entre Praia e Luanda deve também passar pelo sector dos transportes aéreos e marítimos de modo a facilitar a circulação de pessoas e bens entre estes dois países lusófonos.
Na passada quarta-feira, o primeiro-ministro angolano Fernando da Piedade Dias dos Santos "Nandó" disse, na ilha do Sal, que a cooperação entre Angola e Cabo Verde "está no bom caminho" uma vez que, disse, os dois governos "estão apostados em acções concretas".
Nandó citou também, como exemplo, a abertura da ligação aérea mensal entre Luanda e a ilha do Sal, destacando a chegada a Cabo Verde, nesse vôo inaugural, de uma importante delegação do seu país, integrada por vários ministros e vice-ministros.
A abertura da rota Luanda/Sal constituiu a concretização de um dos pontos das conversações oficiais mantidas em Junho deste ano por delegações ministeriais de Cabo Verde e Angola, que foram encabeçadas pelos seus primeiros-ministros, José Maria Neves e Fernando da Piedade Dias dos Santos, respectivamente.
A visita de Nandó havia sido antecedida em Maio de uma outra preparatória a Luanda do ministro cabo-verdiano de Estado e das Infra-Estruturas de Cabo Verde, Manuel Inocêncio, no quadro da sistematização estratégica das relações entre os dois Estados.
Cabo Verde está interessado sobretudo em levar para Angola as suas empresas de construção civil e ao mesmo tempo garantir a colocação no mercado angolano dos produtos da sua nascente indústria transformadora.
Angola, por sua vez, estaria interessada pelo sector do petróleo em Cabo Verde numa altura em que se especula a possibilidade da existência do chamado ouro negro nas águas territoriais cabo-verdiana.
Para certos observadores, a compra por parte da empresa petrolífera angolana, a Sonangol, de uma parte significativa do capital social da empresa cabo-verdiana de combustíveis, Enacol estaria também relacionada com os dados que apontam para a existência de petróleo em águas marítimas de Cabo Verde.

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